quarta-feira, março 11, 2009
O Colombo vai nú !
1487-05-05 – “En dicho día di a Cristóbal Colomo, extrangero, tres mil maravedís, que está aqui faciendo algunas cosas complideras al servicio de Sus Altezas; por cédula de Alonso de Quintanilla, con mandamiento del obispo.”
(Libro de cuentas del tesorero Francisco González de Sevilla, in Navarrete, Viajes, tomo II, pag. 4, doc. II, apud Rumeu de Armas, 1982, p. 18)
1487-10-18 – “Dj mas a .............................., portugues, este dia treynta doblas castellanas, que Su Altesa le mando dar presente el dotor de Talauera; dioselas por mj Alonso de Qujntanjlla; este es el portogues que estaua en el Real; esto fue a la partida de Linares, et su altesa me lo mando en persona …”
(Libro de los maravedís que rescibió Pedro de Toledo, de las penas de cámara et del gasto dellos fasta fin de LXXXVII, fl. 6, apud Rumeu de Armas, 1982, p. 29)
As ‘cosas cumplideras’ que Cristóbal Colomo estava fazendo junto de Suas Altezas, tinham a ver com a discussão dum projecto de CC para conseguir chegar à Índia navegando para Ocidente, segundo mencionam vários historiadores.
A 20 de Março de 1488, o Rei de Portugal, D. João II escreve uma carta dirigida àquele homem que estava em Castela, chamando-lhe Cristóvão Colon e tratando-o por ‘especial amigo’
«A Xpoval Collon, noso especial amigo em Sevilha.Xpoval Colon:Nós Dom Joham per graça de Deos Rey de Portugall e dos Algarves, daquem e dallemmar em Africa, Senhor de Guinee vos enviamos muito saudar. Vimos a carta que nosescreveste e a boa vontade e afeiçam que por ella mostraaes teerdes a nosso serviço. Vos agradecemos muito. E quanto a vosa vinda cá, certa, assy pollo que apontaaes como por outros respeitos para que a vossa industria e bõo engenho nos será necessário, nós a desejamos e prazer-nos-ha muyto de vyrdes porque em o que vos toca se darà tal forma de que vós devaaes ser contente.»…
Em 1492, vencidas as dificuldades para convencer a junta de sábios dos Reis Católicos para aceitar o seu plano, o homem que estava em Castela, agora designado por Don Cristóbal Colón, recebe dos Reis "As capitulaciones" com os requisitos que lhes propusera, no qual ‘Las cosas suplicadas’ por Don Cristóbal Colón são dadas e outorgadas por Suas Altezas
Capitulaciones de Santa Fé de Granada
«Las cosas suplicadas y que vuestras altezas dan y otorgan a don Cristóbal de Colón, en alguna satisfaccion de lo que ha descoberto en las mares océanas y del viaje que ahora, con la ayuda de Dios, ha de hacer por ellas en servicio de vuestras altezas, son las que se siguen.
Primeramente, que vuestras altezas como señores que son de las dichas mares Océanas hacen desde ahora al dicho don Cristóbal Colón, SU ALMIRANTE, en todas aquellas islas y tierras firmes que por su mano o industria se descubrirán o ganarán en las dichas mares Océanas (...)
Otrosí, que vuestras altezas hacen al dicho don Cristóbal SU VISORREY Y GOBERNADOR GENERAL en todas las dichas tierras firmes e islas que como dicho es él descubriere o ganare en las dichas mares, (...)
Item , que de todas y cualesquiera mercaderías, siquiera sean perlas, piedras preciosas, oro, plata, especiería y otras cualesquiera cosas y mercaderías de cualquier especie, nombre y manera que sean, que se compraren, trocaren, hallaren, ganaren y hubieren dentro de los límites de dicho almirantazgo, que desde ahora vuestras altezas hacen merced al dicho don Cristóbal, y quieren que haya y lleve para sí la decena parte de todo ello, (...)
Otrosí, que si a causa de las mercaderías que él trajera de las islas y tierras, que así como dicho es se ganaren o se descubrieren, (...)
Item , que en todos los navíos que se armaren para el dicho trato y negociación, cada y cuando, y cuantas veces se armaren, que pueda el dicho don Cristóbal Colón si quisiere contribuir y pagar la ochena parte de todo lo que se gastare en el armazón, y que también haya y lleve del provecho la ochena parte de lo que resultare de la tal armada.
Place a sus altezas. Juan de Coloma.
Son otorgadas y despachadas con las respuestas de vuestras altezas en fin de cada un capítulo, en la villa de Santa Fe de la Vega de Granada, a XVII de abril del año del Nacimiento de Nuestro Señor de mil CCCCLXXXXII.
Yo el rey. Yo la reina.
Nestas "Capitulaciones", com as condições requeridas por CC e aceites pelos Reis, nem uma palavra sobre Índia, Ásia ou caminho marítimo para a Índia.
Os castelhanos, lançam-se entusiasmados, na aventura do mar oceano para Ocidente. Embrenhados e absorvidos, não mais importunam os navios portugueses nas rotas de África.
CC regressa da descoberta do Novo Mundo e proclama que vem das Índias.
«Christianísimos e muy altos y poderosos prínçipes, rey e reina, nuestros señores:La vitoria que Nuestro Señor dio a V. Al. tan señalada de las Yndias en tan breve tiempo amostrava qu'el subçeder uviese de ser muy próspero y a causa de cosa de maravilla en el mundo. Yo partí de Cádiz miércoles a veinte e cinco de septiembre con la armada y gente que Vra. Al. me mandaron dar que yo llevase a las Indias» ...
Mantém, durante toda a vida, que as terras que descobriu são as Índias, apesar de ter atribuído novos nomes a todos os locais por onde passou.
Como as terras descobertas se situam abaixo das Canárias, D. João II reclama, argumentando que pertencem a Portugal. A solução para a disputa, com ameaças de intervenção naval portuguesa e umas Bulas Papais pelo meio, é a assinatura de um novo tratado (Tordesilhas).
«Colombo empreendeu outras três viagens antes da autorização ser definitivamente retirada. Ele nunca cessou de insistir que a nova terra era a Ásia e foi aumentando o seu descrédito à medida que se tornava mais clara a evidência do seu falhanço – acima de tudo pela razão que tornou esse falhanço ainda mais doloroso para os espanhóis: persistindo na sua rota sudeste contornando África, os portugueses finalmente venceram a corrida e atingiram a Índia (Vasco da Gama, 1498) – a verdadeira Índia que todos tinham procurado tão arduamente»).
(Cf. Marques, Alfredo Pinheiro – The european discovery of America, Columbus and the portuguese)
Don Cristóbal Colón cumpriu o estipulado nas "Capitulaciones" outorgadas pelos Reis, para merecer as "Cosas suplicadas" (título, cargo e benefícios comerciais) mas defraudou completamente as expectativas que lhes foi criando e mantendo extra "Capitulaciones", mentindo sobre as terras, antes e depois de as encontrar.
Quando os Reis se apercebem de que foram enganados, ao constatar que os Portugueses chegaram à Índia e que as ilhas e terra firme para onde têm enviado os seus homens não são a Índia, procuram uma solução que não seja humilhante para eles próprios.
Francisco de Bobadilla é enviado para o Novo Mundo, com a missão de destituir, habilidosamente, CC dos seus títulos e funções.
Fá-lo através dum julgamento-farsa ‘El juicio de Bobadilla’, onde CC é acusado de vários crimes. Entre esses crimes não consta o de incumprimento das condições que lhe davam direito a título, cargo e benefícios comerciais, nem o de má-fé.
No registo dos testemunhos efectuado por Bobadilla consta, p.ex. o depoimento de Rodrigo Pérez, segundo o qual “uma ou duas mulheres tinham sido severamente castigadas e tinham-lhes sido cortadas as línguas, em 1495-96”
(Cf. Varela, Consuelo – “Colombo, a queda de um mito”)
mas
«…consentem (os Reis Católicos) por fim, em aprestar-lhe oito navios, escolhendo com minúcia as tripulações, correspondentes às exigências previstas: 20 marinheiros, 30 moços, 40 proprietários de terras, 50 camponeses, 10 hortelãos, 100 soldados e trabalhadores, 10 artesãos, 20 especialistas em trabalhos de ouro e, por fim, 30 mulheres, as primeiras a serem enviadas para o Novo Mundo. A Niña e a Índia levantam ferro em 23 de Janeiro de 1498…(os outros 6 navios partem em 30 de Maio)»
(Cf. Orlandi, Enzo - “A vida e a época de Cristóvão Colombo”
O julgamento foi também uma fraude, pois em 1495-96 não havia ainda nenhuma mulher europeia no Novo Mundo* e Don Cristóbal Colón nunca poderia castigar severamente e cortar a língua a alguém que lá não estava.
*(Cf. Orlandi, acima transcrito e todos os historiadores, com base nas listas de tripulantes e passageiros). Contactada Consuelo Varela para esclarecer a questão, afirmou-me que sim, já havia mulheres no Novo Mundo, mas não indicou qualquer outro documento onde isso constasse, aparte o próprio Juicio de Bobadilla.
Consagrados cronistas, historiadores e outros diplomados portugueses registaram e defenderam veementemente que a principal personagem destes episódios se chamava Cristoforo Colombo, era italiano e chegou ao Novo Mundo por acaso.
Os pesquisadores ou simples interessados que ousam confrontar essa tese oficial, contrapondo-lhe diversas evidências, são menosprezados e apodados de curiosos, amadores ou ignorantes.
Carlos Calado
11/03/09
terça-feira, março 10, 2009
"CONVERSAS INFORMAIS"
14 de Março, 11:00 horas
No dia 11 de Março, o Professor Doutor José Ferreira Coelho irá dissertar sobre "A Pedra de Dighton, possível marco da presença Portuguesa no Continente Americano", a propósito de uma réplica do monólito que se encontra na Nova Inglaterra e foi cedida pelo Dr. Manuel Luciano da Silva para exibição pública no Museu da Marinha, em Lisboa.
domingo, março 08, 2009
COLOMBINADAS (1)
PORTUGAL AND THE EUROPEAN DISCOVERY OF AMERICA
Christopher Columbus and the Portuguese
(de Alfredo Pinheiro Marques, Ed. INCM 1992)
(Em itálico figuram os extractos do texto do livro, traduzidos do inglês pelo autor desta apreciação, com preocupações de fidelidade e integridade)
(Os comentários do autor desta apreciação vão precedidos do sinal +)
Autor da apreciação: Carlos Calado
Parte 1
(Prefácio)
pág. 2 – A lacuna é verdadeiramente estranha, porque é inegável que ninguém deveria estar mais interessado em tal trabalho que os próprios portugueses.
+ É aos historiadores profissionais portugueses que compete esclarecer porque não se lançam a esse trabalho, preferindo, em geral, atacar os pesquisadores que o fazem apesar das suas limitações e dificuldades, e utilizando sempre à priori o argumento de que já está provado que Colombo era italiano.
(Introdução – A natureza pioneira dos descobrimentos portugueses e a sua influência no projecto de Colombo)
«Colombo empreendeu outras três viagens antes da autorização ser definitivamente retirada. Ele nunca cessou de insistir que a nova terra era a Ásia e foi aumentando o seu descrédito à medida que se tornava mais clara a evidência do seu falhanço – acima de tudo pela razão que tornou esse falhanço ainda mais doloroso para os espanhóis: persistindo na sua rota sudeste contornando África, os portugueses finalmente venceram a corrida e atingiram a Índia (Vasco da Gama, 1498) – a verdadeira Índia que todos tinham procurado tão arduamente»).
Carlos Calado
Continua...
sexta-feira, março 06, 2009
quarta-feira, março 04, 2009
A Pedra que serviu de Padrão
Assim que D. João II reinou ordenou por lei que se fizesse um esforço de marcar os territórios descobertos pelos navegadores portugueses com padrões de pedra coroados por uma cruz.
Assim, com Diogo Cão em 1482, começou-se a pratica de erguer padrões esculpidos em pedra como este na imagem à esquerda. Muitos locais conhecidos hoje receberam os seus nomes devido a esses padrões como Cabo Cruz em Namibia e Ilhéu da Cruz na África do Sul, etc...Os navegadores do Infante D. Henrique já costumavam esculpir as armas do infante nos troncos das árvoes quando saíam em terra e por vezes metiam uma cruz de dois troncos de árvores nalgum local vantajoso.
Como prova de suas descobertas e símbolo de sua fé, D. João II mandou substituir as cruzes de madeira (ou apenas as inscrições deixadas em árvores) pelos padrões de pedra esculpidos em Portugal carregados nos navios para esse propósito e que eram encimadas por uma cruz, com inscrições em português, latim e árabe, e com as armas do rei.

Por vezes o local não era adequado para meter padrões ou talvez por falta de mais padrões gravava-se nas árvores ou na pedra como fez Diogo Cão na pedra de ielala como se vê nas duas fotos à esquerda (uma no local e outra da cópia no Museu da Marinha).
Na sua viagem à volta do mundo, Fernão de Magalhães fez o mesmo na ilha de Homonhon, nas Filipinas, deixando escrito na pedra FERNÕ MAGALHAES em 1521 (foto à direita) que passou despercebida por 4 séculos porque ninguém fora de Portugal sabia o que era um FERNÕ MAGALHAES.Por tudo isto a Pedra de Dighton, que passou sem ser decifrada por 500 anos, não é nenhuma anomalia. Não é a pedra nada de estranho como o tentam fazer. É bem dentro daquilo que os portugueses faziam na época.
Seria mais estranho se Miguel Corte-Real tivesse vivido alí tanto tempo e não tivesse deixado nenhum sinal. Miguel Corte-Real estando naufragado por 9 anos entendia que o socorro jamais podesse vir encontrar-lo. Assim deixou gravado no único material que assegurava que a sua mensagem não ficasse perdida e num local que fosse facilmente encontrado pelso futoros navegadores bem à vista no fim de uma baía.
E ela tem um pouco de razão como se pode ver nas tentativas de vários artistas que tentaram desenhar as gravuras naquela pedra em 1680 e 1830 e muitas mais variações podem ser vistas aqui. Quem queira saber da verdade não se pode fiar em desenhos de "artistas" nem sequer em fotos e até nem na cópia que se encontra em frente ao Museu da Marinha em Lisboa porque não são fieis ao original.Para quem nunca viu a pedra mas somente viu os rabiscos feitos em desenhos ou em fotos realçadas em jiz pode ser que se deixe levar por fantasias e ver lá o seu próprio nome o todos os nomes do mundo e do céu como crê ver a Maria Benedita.
Quem duvida é porque deve de estar a aceitar palavras de terceiros que nunca se meteram à frente do penedo mas fiaram-se somente nas palavras de outros terceiros que também não se deslocaram ao sitio para verem com seus olhos e que mesmo estando lá jamais saberiam o que fazer de uma Cruz da Ordem de Cristo ou de um brasão com 5 pontos postos em cruz por isso fizeram do brasão uma cara como se pode ver nas imagens naquilo que parece ser uma pessoa ao lado esquerdo.
O certo é que à mensagem original veio a se juntar muita "contra-conversa" que torna a decifração deficil mas não impossivel como provou o Prof. Delabarre em 1918. O local da pedra é perto da Torre de Newport que os nativos disseram aos primeiros colonos brancos que:"Foi construida por homens de cabelos de fogo e olhos verdes que subiram o rio num barco como uma gaivota com uma asa quebrada."
Se ... Miguel Corte-Real nunca tivesse navegado para aquelas partes
Se ... tivesse navegado para lá noutro século
Se ... os navegadores portugueses não tivessem a mania de gravar rochedos
Se ... Miguel Corte-Real não fosse português
Se ... Miguel Corte-Real não servisse o Mestre de Cristo
Se ... Miguel Corte-Real não tivesse conhecimento da Charola de Tomar
Se ... o nome Miguel Corte-Real não estivesse gravado na pedra de Dighton
Mas o facto é que Miguel Corte-Real existiu, navegou para aquelas partes, navegou naqueles anos, os portugueses gravavam seus nomes e as armas do seu rei em pedra, Miguel Corte-Real era português, trabalhava para o Mestre da Ordem de Cristo e o nome de Miguel Corte-Real está lá gravado com data de 1511.
O que torna isto tão dificil de acreditar?
Não pode ser só a má fé.
Deve haver algo mais sinistro a actuar na mente daqueles que negam que tal coisa possa ser REAL como foi o Miguel Corte-REAL.
sábado, fevereiro 28, 2009
Refutações Fantasiosas do Colombo Português
- A primeira e mais importante era o facto da vida portuguesa de Colon não ser conhecida. Pois tal como os outros feitos dos portugueses no mundo, tudo foi metido debaixo de um "contentor" espanhol e muitos dos nomes e feitos moficados para um povo Americano entender. É assim que ninguém sabe quem foi Fernão de Magalhães. Conhecem sim um Magellan que tem dado o seu nome a um sistema de GPS, a um satélite da NASA e que é conhecido mundialmente como um navegador espanhol. Eu indigno-me com isto e todos os portuguese deveriam-se indignar também. Sim, não é somente por não ser verdade quando se diz que Magalhães era um navegador espanhol, é também por orgulho da nossa raça. Eu sou Português e não quero usurpar a glória de outra nação mas também ao mesmo tempo não quero que nos tirem o que é nosso. Assim envolvi-me em todos os projectos que pude apoiando os feitos dos nossos conterrãneos e tive sorte de conhecer um grande português, Edmund Dinis, que conseguiu meter monumentos a nossos heróis, Gomes e Fagundes, no Canadá, coisa que o governo Português talvez nem saiba.
A segunda questão era o facto do livro de Barreto conter tantos erros que eu prórpio comecei a investigar e a escrever um livro para corrigir-lo.
Estava eu longe de saber que ao mesmo tempo que eu iniciava a minha investigação privada e tudo a meu custo, Luis de Lancastre e Távora,(1) Vasco Graça Moura,(2) e outros... constituindo um bando de pardais, todos do mesmo bairro, comendo no mesmo celeiro e cantando a uma só voz, estariam imcumbidos e apoiados por alguns orgãos Portugueses de fazerem o mesmo. Os ditos livrinhos, todos escritos num português "mui excelente" e com bons tons de humor, para nada servem na busca da verdade, a não ser mostrar que Barreto não tinha feito um bom trabalho. Mas também não o fizeram eles.
O Sr. Graça Moura erra em não investigar os factos simplesmente aceitando o que vem na Raccolta tal como documentos suspeitos como o Mayorazgo falso de 1498.
Também as armas originais do Almirante não eram as letras da sigla embora eu gostaria de poder tido dezafiar-lo que mostrasse alguma prova dessas armas que os Colombos genoveses usavam antes dos forjamentos do século XVI, como ele erradamente afirmou na página 13.
Mas a prova que nada sabia sobre a "história oficial do genovês" é o facto de pedir no 1º ponto na sua página 10 provas na forma de um documento coevo que o "Colombo Italiano era um humilde cardador". Pois, como o Marquês nunca tal investigou esta história estava muito longe de saber que é mesmo isso que todos os documentos "coevos" ou mesmo forjados estão fartos de apontar. Até o próprio Gallo de S. Jorge canta da humildez dos três irmãos.

Deveria ele também ter visitado a Newport Tower como eu fiz para não dizer asneiras como fez, na sua nota da página 41, que a torre foi feita de "pedra aparelhada e obdece a um traçado arquitectónico perfeito". Não foi nem é.Foi sim feita de pedras tal qual como as tais foram encontradas porque os constructores não deveriam ter ferramentas adequadas para as trabalhar. Para além disso o circulo da torre não é um circulo perfeito medindo mais num diâmetro que noutro. Basta somente carregar a imagem ao lado para ver em alta difinição que não existe uma só pedra trabalhada e que a genialidade dos contructores foi em saber onde meter qual pedra para que dequele monte de cascalhos saí-se algo como uma torre.
Também o seu desdém pela Pedra de Dighton mostra que nunca tal a viu. Pois não foi nenhum Português que encontrou o nome de Miguel Corte-Real lá mas sim um americano, Prof. Edmund B. Delabarre, em 1918 sem ele próprio saber nada sobre a existência de um Miguel Cortereal, o qual não só foi um navegador verdadeiro mas ainda navegou para aquelas mesmas partes antes da data de 1511 lá esculpida. Deveria também o Sr. Távora ter visitado o local para saber que tanto a Torre como a Pedra ficam na mesma baía de Narragansett e apenas uns 10 km longe uma da outra.

Não é preciso dizer mais sobre a pobreza do conteúdo relativo à história de Colon que vem ali. As imagens metidas aqui de algumas folhas servem para mostrar as más presunções feitas pelo Marquês de Abrantes. Para quem quizer ler basta carregar em cima das imagens das páginas. Não acho que é preciso explicar os pontos sublinhados pois qualquer um com senso comum os etenderá.

Sobre a história verdadeira de Colon e dos seus laços com Portugal de nada se sabia anterior a 2006 e cada vez mais e mais isso vai ficando clarinho.
Pois não está nada resolvido somente melhor entendido.
1- LANCASTRE e TÁVORA, Luís de. Colombo, a Cabala e o Delírio, Lisboa, Quetzal, 1991.
2- MOURA, Vasco Graça. Cristóvão Colombo e a Floresta das Asneiras, Lisboa, Quetzal, 1991.
3- Luís de Albuquerque, Dúvidas e Certezas na História dos Descobrimentos Portugueses, Lisboa, Círculo de Leitores, imp. 1991
domingo, janeiro 25, 2009
Um intruso (?) em Mafra

quarta-feira, janeiro 21, 2009
PORTO - O Alentejano que descobriu a América
quarta-feira, janeiro 14, 2009
Nova Missão de Busca
Caros Leitores,Peço a vossa ajuda em confirmar se os antigos nobres do século XIV e XV em Portugal usariam algum tipo de cinto de tubos de bromze e armadura de bronze.
Estou tentando provar que as vestes de metal encontradas neste eskeleto pertenciam á equipa de Miguel Corte-Real, o qual gravou o seu nome na Pedra de Dighton em 1511 uns poucos kilómetros dali.
O eskeleto poderia ter sido o mesmo Miguel Corte-Real ou então de algum filho Indio que herdou os metais do pai.
A armadura é descrita como sendo 33cm de altura, 15,5cm de largura em cima, 12,5cm de largua em baixo com uma grossura de uns 0,5cm e feita em metal fundido.
Estava ainda munido de flechas feitas também de bronze "thin, flat, and triangular in shape, with a round hole cut through near the base" finas e
chatas, triangulares e com um furo redondo perto da base.Outros eskeletos foram encontrados em Maine talvez onde teria desaparecido Gaspar Corte-Real?
Seria uma grande ajuda se algum dos leitores encontrasse nalgum museu em Portugal este tipo de coisas e me enviasse umas imagens.
domingo, janeiro 04, 2009
Carlos Fontes e as Fontes Colombinas
"Eu e Cristovão Colombo
- Em 2004 um amigo da Universidade das Canárias veio a Lisboa, como objectivo fazer realizar uma pesquisa sobre Cristovão Colombo em Portugal.
- Eu e os meus amigos, na sua esmagadora maioria professores, mandamo-lo para Itália. Regressou às Canárias, com a sensação que a passagem deste navegador por Portugal fora episódica.
- A obra de Mascarenhas Barreto sobre Colombo, não me era desconhecida, mas era tida como pouco recomendável nos meios académicos e por isso não a li.
- Foi com alguma curiosidade e espanto que, em 2005, saboreei o romance de José Rodrigues dos Santos que expõe num quadro ficcional as teses deste investigador.
- O livro de Manuel Rosa e Eric J. Steele, saído em Outubro de 2006, revelou-me a minha profunda ignorância sobre a questão da nacionalidade de Colombo e tudo o que a mesma envolve.
- Desde então nas horas vagas foi lendo uma vasta bibliografia sobre este navegador, personagens e a sua época, assim como todos os documentos atribuídos ao próprio Colombo.
- Depois da fase das dúvidas em relação à versão oficial, passei pela fase das perplexidades sobre as barbaridades que se escrevem sobre o tema, até concluir que o solução para os enigma da sua vida estão Portugal.
- A informação que tenho recolhido para esclarecer estes enigmas é de tal modo vasta que me interrogo sobre o significado social e cultural desta indiferença dos intelectuais portugueses sobre esta questão. Estou agora convencido que tem medo da verdade.
- Neste sentido, nos próximos meses irei publicando novos dados, apoiados numa vasta bibliografia e documentos inéditos.
- Em notas de rodapé serão apontadas as fontes bibliográficas e documentais consultadas, afim do leitor mais interessado puder verificar a autenticidade das provas apresentadas. No caso de encontrar qualquer erro, não hesite em contactar-me.
Acumulam-se os dados sobre a possível origem portuguesa Cristóvão Colombo (Cristoval Colon). A polémica que tem gerado, só por si é um verdadeiro acontecimento num país onde não se valoriza nem se divulga de forma adequada as memórias e o património colectivo.
A verdade é que a vida de Colombo é um enigma. Nada bate certo na sua biografia oficial de origem italiana."
A investigação está em curso, mas é possível apresentar algumas conclusões ainda que provisórias.
sábado, novembro 15, 2008
Não é como o pintam
Existem vários retratos que representam Don Cristóbal Colón, mas não há certezas que algum deles corresponda à verdadeira fisionomia do Descobridor das Américas. Face às descrições escritas do seu aspecto, talvez os mais fidedignos sejam o retrato pintado por Pedro Berruguete, a imagem do Almirante no quadro “Virgem dos navegantes” de Alejo Fernandez, que representa o navegador em idade mais avançada ou o retrato anónimo existente na Biblioteca Nacional, em Madrid, representando o navegador na força da vida.
Mas o retrato que mais nos habituámos a ver, quer nos livros da História, quer em vários artigos ao longo das décadas, foi pintado em 1519 pelo reputado italiano Sebastiano del Piombo e apresenta (em latim) a seguinte inscrição “Este é o retrato de Colombo, marinheiro lígure, o primeiro homem a penetrar nos antípodas”.
Esta pintura foi doada por um industrial ao Metropolitan Museum de Nova Iorque em 1900, e mostra um homem de meia idade, gordo e carrancudo, com lábios grossos e nariz achatado. Nada parecido com a imagem que as descrições escritas nos sugerem.A mim, sempre me pareceu que era a imagem tipo de um ferreiro genovês. (sem olhar para as mãos)
Tendo assistido à emissão do documentário “A última viagem de Colombo” emitido há algumas semanas pelo canal História, voltei a reler algumas passagens do livro homónimo, de Martin Dugard, onde vamos sempre descobrindo novas incongruências da historieta que nos impingiram.
Vejam só o que consta na pág. 298, a propósito do quadro:
«Até os admiradores de Colombo contribuíram para a distorção da sua imagem….
… Piombo tinha apenas vinte e um anos quando Colombo morreu. Nunca tinha ido a Espanha, quanto mais posto a vista em cima do Almirante, e este nunca mandara pintar ou desenhar o seu retrato enquanto foi vivo. A carreira de Piombo, no entanto, estava em ascensão em 1519, trabalhava em Roma e era um amigo chegado de Miguel Ângelo. O mundo aceitou a pintura como a verdadeira imagem de Colombo e não havia razão alguma para que assim não fosse.
Os historiadores de arte viriam a descobrir mais tarde que a inscrição não fazia parte da pintura original, mas que tinha sido acrescentada anos mais tarde por uma mão desconhecida, sugerindo ainda que o quadro não teria sido feito em 1519, mas sim quinze anos mais tarde. Mais chocante ainda, a personagem era peremptoriamente identificada com um clérigo italiano»
Incorrigíveis, estes falsários! E ainda há quem continue a acreditar, hoje em dia, que não se passou nada de anormal para sustentar o Colombo ytaliano.
Carlos Calado
domingo, novembro 02, 2008
Como Camões Enaltece Colon
Tal como é conhecido, Rui de Pina disse Colonbo ytaliano o que trai a verdade conhecida. Pois, como explicou Manuel Rosa, nesses dias o Almirante era bem conhecido como Colon e nunca como Colombo. Isto fica evidente nos documentos de Castela como na carta de D. João II de 1488 exposta no livro O Mistério Colombo Revelado em que o nome escrito por D. João II não é Colombo nenhum.
O outro argumento que diz que Camões nunca exaltou Colon como um Português cai por terra no Canto Décimo dos Lusíadas. Após descrever todas as partes do Oriente que os Portugueses nevegavam Camões vira-se para a descoberta do Ocidente:
Eis aqui as novas partes do Oriente, Que vós outros agora ao mundo dais,
Abrindo a porta ao vasto mar patente,
Que com tao forte peito navegais.
Mas he tambem razão, que no Ponente
D'hum Lusitano hum feito inda vejais,
Que de seu Rei mostrando-se agravado,
Caminho ha-de fazer nunca cuidado.
Esse Lusitano agravado era Cristóvão Colon que fugiu para Castela dizendo que estava agravado com D. João II:
"Por lo cual dicho monarca [D. João II], aconsejado del doctor Calzadilla, de quien mucho se fiaba, resolvió mandar una carabela secretamente, la cual intentase lo que el Almirante le había ofrecido... lo cual habiendo llegado a noticia del Almirante, y siéndole ya muerta su mujer, tomó tanto odio a aquella ciudad y nación, que acordó irse a Castilla con un niño que le dejó su mujer, llamado Diego Colón, que después de la muerte de su padre le sucedió en su estado." História del Almirante, Capítulo XI -Cómo el Almirante se indispuso con el Rey de Portugal con motivo del descubrimiento que le ofreció de las Indias.
Segundo Camões o caminho feito para o Poente foi por um Lusitano que se mostrou (ou fez a parte) estar agravado com o seu Rei D. João II.
Tudo bate certinho com a história de Cristóvão Colon ser um Lusitano.
Que mais provas são preciso?
Olhai que ledos vão, por várias vias,
Quais rompentes leões e bravos touros,
Dando os corpos a fomes e vigias,
A ferro, a fogo, a setas e pelouros,
A quentes regiões, a plagas frias,
A golpes de Idolatras e de Mouros,
A perigos incógnitos do mundo,
A naufrágios, a peixes, ao profundo.
Por vos servir, a tudo aparelhados;
De vós tão longe, sempre obedientes;
A quaisquer vossos àsperos mandados,
Sem dar resposta, prontos e contentes.
Só com saber que são de vós olhados,
Demónios infernais, negros e ardentes,
Cometerão convosco: e não duvido
Que vencedor vos façam, não vencido.
Não mais, Musa, não mais, que a Lira tenho
Destemperada e a voz enrouquecida,
E não do canto, mas de ver que venho
Cantar a gente surda e endurecida.... -Os Lusíadas, Canto Décimo.
segunda-feira, outubro 27, 2008
SANTARÉM - O Alentejano que descobriu a América
O autor e o livro serão apresentados por Carlos Calado, presidente da Associação Cristóvão Colon.
O evento é promovido pela Câmara Municipal de Santarém.
quinta-feira, outubro 23, 2008
O Alentejano que descobriu a América


Sábado 25 de Outubro -16,00h
"O Alentejano que descobriu a América"
de Pedro Laranjeira
A obra dedica grande atenção às investigações que indiciam a nacionalidade portuguesa do navegador e inclui as teses dos principais estudiosos do assunto, como Mascarenhas Barreto, Manuel Rosa, Roiz do Quental, José Rodrigues dos Santos e Manuel Luciano da Silva, que inspirou Manoel de Oliveira para a realização do seu último filme, "Cristóvão Colombo, o Enigma". É hoje evidente que o tecelão genovês Cristoforo Colombo nunca poderia ter sido o mais famoso navegador de todos os tempos. Estamos perante duas personalidades diferentes, ambas, aliás, documentadas, mas tudo indicando que o Almirante foi um nobre português, primogénito de D. Fernando Duque de Beja e de Isabel Gonçalves Zarco, filha do descobridor da Madeira e Porto Santo, João Gonçalves Zarco.
Uma intrincada trama histórica, protagonizada por D. João II, explica os mistérios que envolveram a identidade do homem que se terá chamado Salvador Fernandes Zarco, então conhecido como Cristóvão Colon, cuja nacionalidade só chega a discussão pública 70 anos após a sua morte, quando uma família italiana de apelido Colombo apresenta a Tribunal um "Testamento" (agora identificado como uma tosca falsificação) no intuito de obter a herança do Almirante - processo, de resto, julgado contra os peticionários por esse Tribunal, que entregou a herança a D. Nuno de Portugal, neto do filho português do navegador. Essa e muitas outras evidências são relatadas na presente obra, que inclui os mais recentes resultados de análises de ADN, comprovativas de que o descobridor da América, então chamado "Infante de Portugal", não era italiano, nem francês nem espanhol. O trabalho, formatado em estilo jornalístico e profusamente ilustrado, inclui entrevistas com as mais relevantes personalidades ligadas ao assunto em todo o mundo e pretende ser uma síntese de leitura fácil, cronologicamente muito bem apresentada, de um mistério que permanece até aos nossos dias. Da autoria de Pedro Laranjeira, jornalista e Director da Revista Perspectiva, o livro é uma edição da Free Zone. No espaço da "Ler Devagar", onde o autor, também poeta, fez muitas noites de Poesia Vadia, vai agora falar-se em prosa de tenebrosos meandros históricos que há mais de 500 anos criaram confusões que duram até aos nossos dias. Vão estar presentes vários membros da Direcção e Sócios Fundadores da Associação Cristóvão Colon. A obra agora dada à estampa, vai sair em traduções para inglês, alemão, holandês e francês, sob o título genérico "O Português que descobriu a América". Em 2009 será editada também em italiano, polaco e mandarim.Saiu já a versão em espanhol, "El Portugués que descubrió América", com tradução de Carlos Calado.
sábado, outubro 11, 2008
"Colombo Português" Espinho, 11 de Outubro, 2008
segunda-feira, outubro 06, 2008
Conferência "Colombo Português"
CONFERÊNCIA« COLOMBO PORTUGUÊS »
ESPINHO - 11 de Outubro - 15:30 Biblioteca Municipal
A Câmara Municipal de Espinho comemora a Descoberta da América há 516 anos
com um dia dedicado a Cristóvão Colombo
Vai ter lugar uma Conferência dedicada ao tema "Colombo Português" e estará patente
uma Exposição bibliográfica e documental sobre o navegador
À noite, será feito o lançamento oficial em duas línguas do livro de Pedro Laranjeira
"O Alentejano que descobriu a América"
Com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Cuba e do Presidente da Associação Cristóvão Colon, integrando um painel de ilustres conferencistas, investigadores e convidados oriundos do todo o país, o tema histórico da nacionalidade e origens do descobridor da América vai ter palco de debate numa Conferência aberta ao público durante a tarde do próximo Sábado, 11 de Outubro, na Biblioteca Municipal de Espinho.
Antes do encerramento dos trabalhos, o painel de oradores submeter-se-á a questões postas pela assistência, responderá a perguntas e esclarecerá dúvidas. O tema da nacionalidade do descobridor da América está na ordem do dia e chegou à opinião pública, depois da descoberta de inúmeros documentos que provam já que o navegador não nasceu em Génova, ao contrário do que se tem acreditado, e apontam para a sua origem como um nobre português, nascido na vila de Cuba, no Alentejo.
A comunidade científica tradicional acusa algum desconforto, numa obscura atitude de conservadorismo das mentiras aceites até hoje, como se isso as transformasse em verdades, e mostra-se renitente em se debruçar sobre as novas evidências, que produziram já mais de duas dezenas de livros sobre o assunto e chegaram mesmo a inspirar o cineasta Manoel de Oliveira a realizar um filme sobre o tema.
A Câmara Municipal de Espinho quis contribuir para a discussão que se avizinha como uma necessidade histórica e promove uma Conferência subordinada ao tema "Colombo Português", na sua Biblioteca.
Em simultâneo com uma Exposição bibliográfica e documental sobre o Almirante das Índias, no mesmo local, e antes do lançamento do último livro sobre o tema, a Conferência conta com as participações pessoais de várias entidades relacionadas com o tema e com comunicações por vídeo e multimédia oriundas de vários pontos do mundo.
Serão Conferencistas, entre outros,
Carlos Calado
Engenheiro, Presidente da Associação Cristóvão Colon e dinamizador da página "Amigos da Cuba" na internet e um dos principais divulgadores da portugalidade do navegador
Francisco Orelha
Presidente da Câmara Municipal de Cuba, local de nascimento de Cristóvão Colon, autarca dinamizador de várias acções com grande visibilidade mediática para divulgação do tema
José Ferreira Coelho
Eminente cirurgião de prestígio internacional, investigador, professor e pintor, é amigo pessoal de Manuel Luciano da Silva e profundo conhecedor da influência de Portugal no Mundo
Manuel Luciano da Silva
Investigador, co-autor com Sílvia Jorge da Silva do livro "Cristóvão Colombo era Português, reside nos Estados Unidos" e a sua vida e obra inspirou o último filme de Manoel de Oliveira
Paula Amorim
Professora do ensino secundário na Escola Oliveira Júnior, em S.João da Madeira, protagonista de uma iniciativa sobre Cristóvão Colon, envolvendo professores e alunos de História
António Pestana Garcia Pereira
Advogado, professor universitário, líder político e candidato por duas vezes à Presidência da República, é neto de Pestana Júnior, um dos primeiros portugueses a escrever sobre o tema
Manuel Rosa
Investigador, autor do livro "O Mistério Colombo Revelado", reside nos Estados Unidos e dedicou muitos anos da sua vida ao estudo da descoberta da América
Julieta Marques
Investigadora de Montemor-o-Novo, autora do livro “Cristóvão Colom, filho do Duque de Beja”
Roiz do Quental
Escritor, autor do livro "Cristóbal Colón, esse (des)conhecido", representado pelo advogado e investigador Abel Cardoso
José Lorente
Cientista e professor na Universidade de Granada, lidera a equipa que levou a cabo todas as análises de ADN relacionadas com o descobridor da América
Brandão Ferreira
Tenente Coronel piloto-aviador, escritor, investigador e cronista, integrou o painel do debate televisivo sobre o tema, em Janeiro
A Conferência decorre no Salão Nobre da Piscina Solário Atlântico, na Biblioteca Municipal de Espinho (junto ao Casino) e terá como moderador o jornalista Pedro Laranjeira, director da Revista Perspectiva e autor do livro "O Alentejano que descobriu a América", a mais recente obra sobre o tema, cujo lançamento oficial das edições em português e espanhol terá lugar após a Conferência, no mesmo local, pelas 21:30 horas.
A entrada é livre e ficam convidadas todas as pessoas que queiram assistir
http://www.leremespinho.com/blog/?p=831http://www.leremespinho.com/blog/?p=839
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Leiam e apoiem o livro que prova a descoberta SECRETA da Austrália porPortugueses 250 anos antes da descoberta oficial.






