segunda-feira, julho 13, 2015

A Fraude do Testamento de Colombo "A will without a way"

A will without a way. A critical review of how the Christopher Columbus Mayorazgo of 1498 continues to perpetrate a fraud against historians and history. (RI §416163)



O famoso Testamento de Cristóvão Colón com data de 1498, conhecido como o Mayorazgo, (Morgadio) foi introduzido em Espanha várias décadas após a morte do navegador. O documento foi apresentado durante o litígio em tribunal pela herança de Cristóvão Colón por um impostor italiano chamado Baltazar Colombo, que não tinha nenhuma ligação familiar com o Almirante. O documento inclui a declaração "tendo eu nascido em Génova", frase que tem sido utilizada como prova de que o Descobridor da América nasceu em Génova, Itália. No entanto, nem o conteúdo do Mayorazgo nem as circunstâncias de sua criação passam no escrutínio científico. Este não é senão um documento fraudulento inventado por Baltazar Colombo no seu descarado esforço de tentar apoderar-se da incomensurável herança do Ducado de Veragua, Almirantado das Índias e Marquesado de Jamaica, subtraindo-a aos legítimos herdeiros do descobridor.


Palabras clave: Christopher Columbus Last WillMajorat of 1498Balthazar Colombo as impostorColumbus Inheritance LawsuitSuccession to the House of VeraguaFraud and Forgery in Medieval TribunalsCredibility of the Raccolta ColombianaLegal Battles of the Admiral of IndiesMisgivings of Genoese ColumbusColón vs. Colombo vs. Columbus.


The Last Will and Testament of Christopher Columbus dated 1498, known as the Mayorazgo (Majorat), materialized in Spain decades after the discoverer died. The document was presented during the Columbus inheritance lawsuit by an Italian imposter named Balthazar Colombo who was not a family relation. The document includes the statement “being I born in Genoa,” which has been utilized as the crucial proof that the Discoverer of America was born in Genoa, Italy. However, neither the contents of the Mayorazgo nor the circumstances of its creation pass scientific scrutiny. It turns out to be a fraudulent document invented by Balthazar Colombo in his shameless effort to steal from the discoverer’s legitimate heirs the immense inheritance of the Dukedom of Veragua, Admiral of the Indies and Marquis of Jamaica.


I. Colón vs. Colombo: planting the seeds of deceit. II. The Problematic Mayorazgo of 1498. III. Wronged Historians.


Keywords: Testamento de Cristóbal ColónMayorazgo de 1498Baltazar Colombo como impostorSucesión de la Casa de VeraguaFraude e Falsificación en los Tribunales medievalesCredibilidad de la Raccolta ColombianaBatallas jurídicas do almirante das IndiasDudas del Colombo GenovésColón vs. Colombo vs. Columbus.
Testamento de Cristóvão Colombo
Morgado de 1498Baltazar Colombo como impostorSucessão da Casa de VeraguaFraude e Falsificação nos Tribunais medievaisCredibilidade da Raccolta ColombianaBatalhas jurídicas do almirante das ÍndiasDúvidas do Colombo GenovêsColón vs. Colombo vs. Columbus.;

sexta-feira, maio 29, 2015

Artigo no Jornal Haiti Liberté sobre a Santa Maria de Colon

Historian Challenges Official Story:
Christopher Columbus Never Crashed Off Haiti’s Coast
by Kim Ives
Christopher Columbus, the first European explorer to land on the island the indigenous Arawak people called Ayiti, claimed in his diaries that his flagship, the Santa Maria, hit a reef off the coast near what is now the town of Caracol on Christmas eve 1492. He then supposedly used the ship’s wreckage to build a fort called the “Navidad,” no trace of which has ever been found despite many attempts.
This official story is all a lie, asserts award-winning Portuguese- American historian Manuel Rosa, who has spent the past 24 years researching the life of Columbus and his historic voyage.
In fact, Columbus beached the Santa Maria on the shore at Caracol and possibly built a moat around it, turning the ship itself into the Navidad, Mr. Rosa says.
When Columbus left Ayiti (which he renamed Hispaniola) to return to Spain with the Nina and the Pinta, he purposely fired a cannon ball through the Santa Maria’s hull to make it impossible for the 39 men he left behind to flee the island. Three of them were envoys of the Spanish royal court who could have revealed the truth.
On June 9 and 10, Mr. Rosa will visit Caracol with a television crew from the Travel Channel’s show “Expedition Unknown” to
search for evidence of his theory, which he has presented in two books: “The Columbus Mystery Revealed” (2006) and “Columbus: The Untold Story” (2009). The books have been published to great acclaim in Spanish, Portuguese, Polish, and Lithuanian. (Mr. Rosa is currently looking for a publisher for the English version of the latter book, for which he has a finished manuscript.)
Mr. Rosa is asking any Haitians round Caracol who may (Continue Reading at Haiti Liberté's website, see on page 9)..... 

quarta-feira, janeiro 21, 2015

Artigo na Spanish Legal History Review

Desvendando enigmas e falsidades sobre Cristóvão Colon. Sua nobreza, a localização do forte Natividad, e verdadeiro destino de Santa Maria


Spanish Legal History Review

O Almirante D. Cristóvão Colon, descobridor do Novo Mundo, e o genovês Cristoforo Colombo são duas personalidades completamente distintas. A versão histórica oficial segue a ser sustentada em fontes deturpadas sem nunca terem sido confrontadas com os factos históricos determinantes da vida do Almirante. Um tal facto é o seu casamento em 1479 com a nobre portuguesa, Filipa Moniz Perestrelo, Comendadora do mosteiro de Todos-os-Santos-o-Velho, Comenda da Ordem Militar de Santiago. O estatuto social de Filipa para a época era incompatível com aquele de Cristoforo Colombo, o tecelão de lã genovês. Sua relação de proximidade com o rei D. João II de Portugal e a alta consideração que Colon e seus filhos receberam na corte de Castela apontam para uma personalidade completamente diferente daquele tecelão apresentado na famosa Raccolta. A vida do Almirante D. Cristóvão Colon permanece, em muitos aspectos, envolta em mistério, por vontade própria. Colon escondeu a sua verdadeira identidade, origem e família, que apesar de todas as vicissitudes, era nobre com brasão de armas, e foi feito Vice-Rei das Índias Ocidentais. A sua propensão para mentir tem-nos induzido em erro relativamente ao náufrago da nau Santa Maria, em 24 de Dezembro de 1492, como se pode provar, a nau foi deixada na praia do Caracol para servir como peça central do Forte Natividad.


quarta-feira, dezembro 31, 2014

Manuel Rosa na Florida International University


Tuesday, Feb. 10, 2015, 11:00AM

MEUCE/Polish Lecture Series: Book Presentation on "Columbus" (FIU)


"COLON. La Historia Nunca Contada":

Presentation on the origins of "Columbus" 

by Dr. Manuel Rosa, historian


https://miamieuc.fiu.edu/events/general/2015/meucepolish-lecture-series-book-presentation-on-columbus/

Miami-Florida European Union Center of Excellence 
A Consortium of the University of Miami and Florida International University

sexta-feira, novembro 14, 2014

Cristóvão Colombo é de Origem Duvidosa

 
História da Expansão e do Império Português
Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 684
Editor: A Esfera dos Livros
ISBN: 9789896266271
Novo livro do Prof. João Paulo Oliveira e Costa, catedrático da Universidade Nova e Director do Centro de História Além-Mar, Prof. José Damião Rodrigues e Prof. Pedro Aires Oliveira, que aborda as temáticas da expansão e do império português desde a tomada de Ceuta em 1415, até 1999, ano em que devolvemos Macau à administração chinesa.
Na página 78 o Prof. João Paulo Oliveira e Costa, refere:

«Figura célebre da História Humanidade, Cristóvão Colombo continua a ser uma personagem semilendária sobre quem muito se especula e pouco se sabe quanto às suas origens. Apresentado como um mercador genovês de origens humildes, foi, sem dúvida, casado com Filipa Moniz, filha de Bartolomeu Perestrelo, capitão da ilha de Porto Santo e membro da nobreza da Casa de Viseu. 
As regras do tempo mostram-nos que um plebeu nunca se casava com uma nobre, pelo que a origem de Colombo é assaz duvidosa. 
Muitos autores têm defendido que era português e apontam algumas provas interessantes, que não são suficientemente evidentes, mas que permitem a sobrevivência da tese como hipótese plausível. O próprio Colombo encarregou-se de deixar pistas enigmáticas sobre si e este não é o espaço adequado para discutir a sua identidade. Importa registar que era um homem próximo da Casa de Viseu, que viveu na ilha de Porto Santo e que estava a par das navegações até ao golfo da Guiné... ». 

O certo é que quanto mais se estuda sobre Colombo, mais se vê que a história do plebeu tecedor de lã era falsa. Investigadores sérios e que não se deixam levar pelas ondas de informação publicada no passado sem pelo menos averiguar se aquilo que leram vem baseado em documentação verdadeira ou se foi invenção, como é o caso de Colombo.
No caso de Colombo os historiadores do passado inverteram a realidade e corromperam a lógica para imporem uma lenda de fantasias como história verídica.
Tenho muito respeito por qualquer historiador que, em vez de aceitar aquilo que foi aceite sem mais nem menos, tenta explorar aquilo que nos ensinaram e averiguar o que é verdadeiramente provado com documentação e o que foi inventado sem uma gota de provas.

Quem quer saber a verdade lê e investiga e só depois é que aceita ou mantém dúvidas. Pelo contrário, os mui sábios sabões da Pseudo-História Colombina, juntaram-se em bando para atacarem-me sem lerem a documentação nem os meus livros, e ainda até hoje não deram a cara nem sequer publicaram novo artigo admitindo que eles estavam errados.
No minimo deveriam aceitar a dúvida como muitos académicos mundialmente e já aceitam.



(Agradecemos ao amigo Carlos Sete por esta informação)

terça-feira, outubro 21, 2014

Colombo não sabia lingua Itliana

 2014 14:08 | Em resposta a: #340805
Colombo não sabia lingua Italiana...

MidPoint | Manuel Rosa and John Mancini | Part 1
https://www.youtube.com/watch?v=GCi6JxlUrXE&feature=youtu.be

MidPoint | Manuel Rosa and John Mancini | Part 2
http://youtu.be/LO5LuspjR4s


Eles erroneamente chamaram-me "Rosa-Colon", e isso só serve para mostrar como até mesmo nos dias de hoje os media não cometem erros. A mesma coisa aconteceu com Cristóvão Colón em 1493. Em abril de 1493 o impressor Pedro Posa mudou o nome de Colón para Colom quando imprimiu a Primeira Carta de Colón, em seguida, o Bispo de Monte Peloso novamente mudou o nome para Colombo quando a carta foi impressa em Roma ... e o resto, como dizem, é história, apesar de ser falsa e inventada.

Embora eu tenha-lhes alertado que o meu nome não é Rosa-Colon e pedido para eles meteram uma nota na página do Youtube eles nada fizeram... assim em breve serei conhecido mundialmente como Rosa-Colon em vez de Rosa.... Ai!!!! quanta não é a injustiça nesta vida. Tanto que ando lutando para corrigir o nome errado de "Colombo" para o correcto de "Colon" e venho agora ter o mesmo problema com o meu próprio nome!!!!

terça-feira, janeiro 28, 2014

Mapa da Áustralia de Nicholas Vallard, 1547- National Library of Australia

O mapa (tirado daqui http://nla.gov.au/nla.map-rm2393 ) foi rodado por mim para ficar com as latitudes viradas para o lado direito e correctamente correndo na direcção Sul desde o Equador. Depois de o descarregarem podem ler os nomes que são claramente corrupções da lingua portuguesa.
First map of Australia [cartographic material] : from Nicholas Vallard's atlas, 1547, in the Library of Sir Thomas Phillipps, Bart. at Middle Hill, 1856. Image from the National Library of Australia: http://nla.gov.au/nla.map-rm2393 


Abaixo está um mapa com as latitudes.

sábado, janeiro 04, 2014

segunda-feira, outubro 21, 2013

COLOMBO: História do Mistério, Censura e Invenção


COLOMBO: História do Mistério, Censura e Invenção


(TOMO I - OS PONTOS CARDEAIS)


  
Já disponível para o Amazon Kindle 





Uma conspiração de 500 anos manteve censurada, não só a verdadeira história de Portugal e da descoberta do Novo Mundo, mas ainda a verdadeira identidade do descobridor. 
Conhecido vulgarmente como Cristóvão Colombo, o navegador nunca utilizou o nome Colombo durante a sua vida, mas sim Colon. 
Mas este nome era um pseudónimo utilizado em Espanha para esconder a sua verdadeira identidade e o segredo da sua linhagem e nacionalidade portuguesa. 
Este novo livro contém os resultados de 22 anos de pesquisas mostrando que a história oficial fora escrita com base em informação falsa e imprecisa dado que o descobridor sempre manteve a sua identidade secreta e criou um mistério em volta de todo o seu passado. 


COLOMBO: História do Mistério, Censura e Invenção é um autêntico "eye-opener", não só para nós Portugueses, como para muitas outras pessoas, inclusive os chamados Historiadores de outros países, línguas e culturas. O que o Manuel Rosa, (com a sua técnica norte-americana), conseguiu, foi aquilo que os outros até agora não haviam conseguido, ou não quiseram conseguir: que foi revelar as contradições e falsidades da maioria dos documentos que antes essa comunidade de científicos dava por correcta, por boa. É uma investigação extensa e bastante pormenorizada sobre a vida deste homem e de forma integrada no contexto dos Reinos e linguagens da época. Obra notável e acima de tudo credível acerca deste tabu da história dos Descobrimentos Portugueses e acredito não ter sido nada fácil para o autor devido a ir contra o que está estabelecido e mesmo contra muita boa gente. Um excelente livro que dá uma abordagem completamente diferente ao período dos descobrimentos portugueses e que abordagem!