terça-feira, Janeiro 28, 2014

Mapa da Áustralia de Nicholas Vallard, 1547- National Library of Australia

O mapa (tirado daqui http://nla.gov.au/nla.map-rm2393 ) foi rodado por mim para ficar com as latitudes viradas para o lado direito e correctamente correndo na direcção Sul desde o Equador. Depois de o descarregarem podem ler os nomes que são claramente corrupções da lingua portuguesa.
First map of Australia [cartographic material] : from Nicholas Vallard's atlas, 1547, in the Library of Sir Thomas Phillipps, Bart. at Middle Hill, 1856. Image from the National Library of Australia: http://nla.gov.au/nla.map-rm2393 


Abaixo está um mapa com as latitudes.

sábado, Janeiro 04, 2014

segunda-feira, Outubro 21, 2013

COLOMBO: História do Mistério, Censura e Invenção


COLOMBO: História do Mistério, Censura e Invenção


(TOMO I - OS PONTOS CARDEAIS)


  
Já disponível para o Amazon Kindle 





Uma conspiração de 500 anos manteve censurada, não só a verdadeira história de Portugal e da descoberta do Novo Mundo, mas ainda a verdadeira identidade do descobridor. 
Conhecido vulgarmente como Cristóvão Colombo, o navegador nunca utilizou o nome Colombo durante a sua vida, mas sim Colon. 
Mas este nome era um pseudónimo utilizado em Espanha para esconder a sua verdadeira identidade e o segredo da sua linhagem e nacionalidade portuguesa. 
Este novo livro contém os resultados de 22 anos de pesquisas mostrando que a história oficial fora escrita com base em informação falsa e imprecisa dado que o descobridor sempre manteve a sua identidade secreta e criou um mistério em volta de todo o seu passado. 


COLOMBO: História do Mistério, Censura e Invenção é um autêntico "eye-opener", não só para nós Portugueses, como para muitas outras pessoas, inclusive os chamados Historiadores de outros países, línguas e culturas. O que o Manuel Rosa, (com a sua técnica norte-americana), conseguiu, foi aquilo que os outros até agora não haviam conseguido, ou não quiseram conseguir: que foi revelar as contradições e falsidades da maioria dos documentos que antes essa comunidade de científicos dava por correcta, por boa. É uma investigação extensa e bastante pormenorizada sobre a vida deste homem e de forma integrada no contexto dos Reinos e linguagens da época. Obra notável e acima de tudo credível acerca deste tabu da história dos Descobrimentos Portugueses e acredito não ter sido nada fácil para o autor devido a ir contra o que está estabelecido e mesmo contra muita boa gente. Um excelente livro que dá uma abordagem completamente diferente ao período dos descobrimentos portugueses e que abordagem!

terça-feira, Setembro 10, 2013

João Abel da Fonseca Concorda que a história andava fora do rumo

João Abel da Fonseca, Vice-Secretário-Geral da Academia de Marinha e Secretário da Classe de História Marítima, Académico Correspondente da Academia Portuguesa da História, Vice-Presidente da Secção de História da Sociedade de Geografia de Lisboa e Presidente do Conselho Superior do Instituto de Cultura Europeia e Atlântica, afirmou que: ...""Qualquer historiador lúcido (também se não for lúcido dificilmente poderá ser apelidado de historiador), face ao conhecimento das relações sociais que vigoravam na época, jamais poderá duvidar do dado, para mim mais de que adquirido, de que C(ristóvão)C(olón) TINHA QUE SER ALGUÉM COM ASCENDÊNCIA ELEVADA. Quanto a isto PONTO FINAL. As evidências são tantas que basta enumerá-las para se chegar a essa óbvia conclusão. É assunto com que nem perco tempo.

Especialmente o Drº João Abel da Fonseca vê que existe algo de importante no facto da neta de Cristóvão Colón (Isabel Colón) ter casado com Jorge Alberto de Portugal y Melo, 1. conde de Gelves, trineto do Rei D. João I faz com que a história do Colombo tecelão não tenha pés nem cabeça.
Ainda pior é saber que o filho de Cristóvão Colón casou com uma prima do Rei D. Fernando de Castela. E foi o próprio Rei Fernando que o furçou a casar com María de Toledo y Rojas, porque Cristóvão Colón queria casá-lo com Mencia de Guzman, filha do Duque de Medina-Sidonia, aliado de Portugal.
Quem é que aceitaria que o filho de um tecelão poderia casar com a prima de um rei???
Mas já o próprio Cristóvão Colón tinha casado em 1479 com Filipa Moniz, filha do Capitão de Porto Santo, e "comendadora" elite da Ordem de Santiago.

Quem é que aceitaria que um tecelão poderia casar com uma nobre naqueles tempos???

Esperamos que outros académicos em Portugal vejam que a "história do Colombo Italiano" não era verdadeira e comecem a se juntar a nós para mudar os livros de história do mundo.


sexta-feira, Agosto 09, 2013

A águia de Ladislau III na Madeira

Tive conhecimento hoje, pela astucia do amigo Rui Honorato, de mais uma dica sobre a estadia do Rei Ladislau III na Madeira...

Foto da antiga Igreja da Madalena anterior às recuperações, inícios do século XX

Foto da Igreja da Madalena como se encontra hoje.

Continuamos assim a luta pela verdade esperando poder voltar à Madalena do Mar na Madeira e ver quais segredos ainda estão ali guardados. Até os ossos do próprio Henrique Alemão??????

quinta-feira, Agosto 01, 2013

KOLUMBAS. Atskleista istorija


O MISTÉRIO COLOMBO REVELADO (2006)
COLOMBO PORTUGUÊS-NOVAS REVELAÇÕES (2009)
COLÓN: LA HISTORIA NUNCA CONTADA (2010)
KOLUMB. HISTORIA NIEZNANA (2012)
KOLUMBAS. ATSKLEISTA ISTORIJA (2014)

terça-feira, Junho 25, 2013

Cristóvão Colón em Vale Paraíso

Cristovão Cólon regressa à Europa, desembarca em Lisboa é chamado por D. João II a Vale Paraíso – Azambuja em 1493 – Colóquio
http://tvl.pt/2013/06/10/cristovao-colon-regressa-a-europa-desembarca-em-lisboa-e-e-chamado-por-d-joao-ii-a-vale-paraiso-azambuja-em-1493-coloquio/

Cristóbal Colón versus Cristóvão Colombo29-06-2013, 15:15
Autor: kolon      [responder para o fórum]
Caros Confrades,

Saiu da boca do Manuel já anos atrás... mas talvez seja melhor aceite vindo agora da boca da Manuela:

(começando no minuto 12:40) "...Casou com uma mulher da Casa de Viseu. Um navegador considerado, de outro modo não lhe teria sido dado Filipa, filha de um homem tão importante como foi o Bartolomeu Perestrelo. Uma senhora que estava junto de uma ordem militar de extrema prestigia em Portugal, tal era a Ordem de Santiago, neste caso as Donas de Santos, mas ligadas à Ordem de Santiago.
Portanto, não era, como também se pretendeu dizer em determinada altura, que era uma menina órfão que estava ali, não era nada. Era uma Dona. Uma Senhora que estava em Santos. Uma Senhora protegida naturalmente pela alta nobreza, mas que, enfim, tinha sido ali colocada, até eventualmente em virtude da morte do próprio pai..." Drª Manuela Mendonça

http://tvl.pt/2013/06/10/cristovao-colon-em-vale-paraiso-dra-manuela-machado/

terça-feira, Abril 23, 2013

Tributo ao Pai

(In English here) Faleceu a 22 de Abril, 2013, Francisco Garcia da Rosa. Nasceu no Valverde, Madalena, Pico em 1922 e faleceu em Boston, EUA. 

Um homem que sem nunca ter nada, fez tudo o possível para dar tudo aos seus filhos. 

Um homem que preferia doer do que causar dor. Tanto amigo dos inimigos como dos amigos que sempre tentou manter a paz entre todos.

Meu pai, meu amigo e meu herói. Deus que permita que eu possa vir a ser metade do homem que ele foi.

Ele nunca atendeu a escola, aprendeu a ler um pouco com seu pai, Manuel Rosa (Rei), que era umas das poucas pessoas que sabiam ler no Valverde porque órfão de pequeno, meu avô, fora criado pelo padre que o ensinou.

Meu pai ensinou-se a si como escrever durante os meses que esteve internando no Hospital da Horta em 1967, à beira da morte com tubercolose. 
Aqui vai um dos seus muitos poemas:

VERSOS EM POBRE RIMA
Se alguém disser se eu o conheço, lembro-me dizer-lhe assim
Como digo o que de ti penso, se não me conheço a mim?
Nem tu, a ti, te conheces, como queres que engano faça
Serás aquilo que pareces, mas nem conheces tua raça

O mesmo, eu digo de mim "Devo ser homem honrado"
Mas sem princípio nem fim, sou um calculo imaginado
(tirei dos meus cuidados)

Procurei ver-me dentro e fora, até dentro dos sapatos
Vou ver se me conheço agora, mas mal o provo nos retratos
Dentro deste fato que visto, a coisa que ao espelho vejo
Parece-me dizer isto, "Julgas passares por gracejo?"

Mas mesmo é certo que existo? Então pus-me a reparar
Fulano diz-me "Tu és isto", como é que pode ele acertar
Se o que eu sou mal conheço, o homem é um desconhecido
Pois dizem o que eu pareço, e não me acho nada parecido

Todo o homem é desconhecido, mesmo lidando com roupa boa
Está de si despercebido, só pensa "Sou boa pessoa"
Quem pudesse bem filmar, dois homens bem a sério
E fosse depois mostrar, as obras desse mistério
(um diria "Não sou isso" outro "Filmaste outra pessoa")

Era rir ás gargalhadas, discutindo as pessoas
"Não somos nós as filmadas, porque somos pessoas boas"
Isto pode-se bem fazer, mas só sendo ás escondidas
Porque se forem dizer, já se emendam de atrevidas

O mais fácil é dar conselhos, mais custoso nos conhecermos
Não nos conhecemos já velhos, e conselhos nunca os queremos

Francisco Garcia da Rosa –Fevereiro 1994



Foto tirada em 1969 quando Manuel Rosa, o irmão mais velho de meu pai, residente nos EUA desde 1924, visitou o Pico. A foto foi tirada em frente da nossa casa no largo do Valverde. As quatro pessoas a cavalo são meu pai e três dos seus irmãos. Da esquerda para a direita são meu tio José, tio Vital, primo José (filho do tio José) na moto, )o senhor de pé não era parente), tio António, meu irmão Vital ao lado da burra do tio António, meu pai, eu ao lado do cavalo de meu pai e meu irmão José à direita. Todas as casas nesta foro foram destruídas no terramoto de 1998. Novas casas muito diferentes ocupam o lugar hoje.
Foto com meu pai em 2007 no largo do Valverde e a casa nova no local onde
estava a casa onde nasci. 
Foto de 1962, a única vez que os irmãos estiveram todos juntos. 

Foto com três irmãs de meu pai no largo do Valverde c. 1957. Atrás à esquerda vê-se
meu pai em frente da casa onde nasci com meu irmão mais velho ao colo.
(Notem minha tia do meio sem sapatos)

1967, meu pai estava internado no Hospital da Horta por um ano
com tuberculose ficou minha mãe a tomar conta de 7 rapazes,
o mais velho com 14 o mais novo com 2.


UM PAI NOSSO (por Manuel Rosa)
Pai, que não sabes mais que isto
Pai foste e sempre serás até
Mas Pai Nosso! Jesus Cristo,
Só um pai teve e meu pai não é

Não é mais preciso ser crucíficado
Pai, só um Homem foi preciso
Podia ser que visse esse ditado
Utilizando menos coração e mais juízo

Um Pai, precisa ser só Pai
E até Pai só por enquanto
Um Pai precisa ser só Pai
Porque já temos um Espirito Santo

Pai que justiça não conheces
Conheces só manter a paz
Pai que se a Biblía bem soubesses
Tambem de justíça serias capáz

A injustiça sempre foi pecado
Contra os que estão inocênte
Mas meu Pai por ser sacrificado
Não tirará os pecados á gente

Não vai agora ao fim ao cabo
Sabendo tanto erro mal cometido
Não vaia ainda virar o rabo
Para poder ser mais bem batido

Nosso Senhor com certeza
Sabendo que é um filho seu
Não quer vê-lo nessa tristeza
Por coisas que outro cometeu

Sabe bem que nosso Deus é justo
E disse que não deixará entrar
Em sua casa embora por muito custo
Ninguêm que contra ele pecar

A coisa que tem que ser feita
Ás vezes custa mas tem que ser
Sem ferir a terra não se colheita
Sem colheitar não se pode viver

Se a força do mal é tão forte
E mesmo o Diabo enfrentar
Sabemos que só com a morte
A justiça final todos vamos buscar

Deus sempre nos dá a escolha
Para fazer o que é de fazer
Mas com olhos tapados não se olha
E aínda pior é olhar e não ver

Pai que força forte sempre teve
Sempre fugiu para a não usar
Mas ás vezes usar força se deve
Porque nem sempre se pode evitar

Deus próprio com sua vóz
Foi preciso muitos mandar matar
Sabendo que um podre entre nós
Muitos mais podres vem a dar

É certo que Deus não quer
Que se vaia enganar alguêm
Da mesma forma não deve sequer
Deixar-se ser enganado tambêm

Levanta-te de espada erguida
Com a cruz nem tudo é feito
Sabe que os cruzeiros na vida
Levam a sua cruz é no peito

Não é um pecado afirmar
Os direitos que são só seus
Pecado é vir a deixar ficar
Mais trabalho nas mãos de Deus

Porque se cada um tratasse
Das coisas como devia ser
Não havia mal que se aplantasse
E fosse deixado crescer

Seria curtado em menor
Quando aínda fácil de curtar
Deixando o mal crescer é pior
É mais difícil para endireitar

E cada dia que vai correndo
E vai-se o mal aumentando
Até que esse mal que está vendo
Vai tudo em redor alcançando

Desde o princípio da terra
Desde o bom andar á luz
O mal sempre veio em guerra
Para pregar o bom na cruz

Se há guerra contra a gente
Defender-se não é pecado
Pecado é ver o inimigo em frente
E deixar-se ser crucificado

Deus nos deu poder na vida
Para lutar com sua graça
Se a acção tem que ser cumprida
Não é esperar que Deus a faça

Então qual será a lição
O que é que a Biblía diz
Não é ser justo em coração
E a alma limpa como Deus quiz

Pois ser justo, isso fácil não é
É mais fácil deixar correr o mal
Se não é justo como é que tem fé
No que essa Biblía diz afinal

Dizem que quem deixa pecar
Tambêm assim vai pecando
Tal como o que deixa matar
É o mesmo que se tivesse matando

Se Deus quisesse que fosse assim
Deixar todas as coisas passar
Não precisava de Bibía enfim
Nem palavras para nos ensinar

O que é ser justo então
Ser justo é enfrentar o culpado
Não é ver um engano á mão
E vir deixar-se ser enganado

Ser justo não é esconder segredo
Nem é pretender que não sabe
Ser justo não é fugir com medo
E esconder-se até que a vida se acabe

Deus com toda a sua bondade
Passa justiça e enforça a lei
Pois não deve ser por vontade
Mas por ser um justo e honesto Rei.

Nunca foi fácil ser bom na vida
Ser-se mau é simplesmente alguêm deixar
Mau é uma viela tão simples escolhida
Que não precisa ninguêm ensinar

Ser bom, essa não vem assim
É defícil e precisa muita instrução
Foi o exemplo que Cristo deu enfim
Ser bom é preciso muita lição

Logo desde os primeiros passos
É preciso ensinar do fim ao cabo
Porque é sempre fácil abrir os braços
Para irmos abraçar o Diabo

E o que é que entende uma criança
Se não vem a ser discíplinado
Só aprende com a Diabo a sua dança
E a ver as coisas só do seu lado

Sempre foi o dever dos Pais
Guiar os filhos antes que se somem
Ensinar respeito, justiça amor e mais
Porque não se pode ensinar em homem

Em homem cada um decide por si
E há sempre o bom e o mal
Mas se nunca te ensinaram a ti
Como poderás escolher afinal

Não é tarde para concertar
Algo que esteja a ser mal feito
Só é tarde depois de se enterrar
Deixando tudo deste jeito

Um homem não pode entrar
Dentro do corpo de outro e vir
A alma daquele outro salvar
Cada um tem seus erros a corrigir

Pôr as coisas como devem de ser
Não sou Eu que tenho o direito
Porque é o seu trabalho e dever
Endireitar tudo o que foi dito e feito

Quantas vezes se vai esconder
Fugindo ao que tem que enfrentar
Em vez de rezar e pretender
Que tudo por si vai-se passar

O homem tem que ser justo de alma
Ser justo e direito cá na terra
Tenta-se fazer justiçca com calma
Mas se não der faz-se com guerra

Deus deixou sua lei escrita
E nasce já  do nosso coração
Se fazer vida direito como fita
Para isso precisava muita lição

A justiça sempre foi justo
Sempre foi o dever do Rei
A qualquer tempo a qualquer custo
Tem que se enforçar a lei

O direito sempre foi direito
Sempre foi a lei que Eu ouvi
Não se deve deixar aos outros feito
Quanto menos deixar-se a si


Pai, que só sabes ser isto
Pai foste e sempre serás até
Mas Pai Nosso! Jesus Cristo,
Só um pai teve e meu pai não é

Manuel DaSilva Rosa
29 de Janeiro de 2000


quarta-feira, Abril 17, 2013

Qual Texto?

Agradecia que me ajudassem a ler estas duas primeiras linhas do documento abaixo.
Quem souber o que está aqui escrito que meta abaixo num comentário.
-Obrigado