sexta-feira, novembro 14, 2014

Cristóvão Colombo é de Origem Duvidosa

 
História da Expansão e do Império Português
Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 684
Editor: A Esfera dos Livros
ISBN: 9789896266271
Novo livro do Prof. João Paulo Oliveira e Costa, catedrático da Universidade Nova e Director do Centro de História Além-Mar, Prof. José Damião Rodrigues e Prof. Pedro Aires Oliveira, que aborda as temáticas da expansão e do império português desde a tomada de Ceuta em 1415, até 1999, ano em que devolvemos Macau à administração chinesa.
Na página 78 o Prof. João Paulo Oliveira e Costa, refere:

«Figura célebre da História Humanidade, Cristóvão Colombo continua a ser uma personagem semilendária sobre quem muito se especula e pouco se sabe quanto às suas origens. Apresentado como um mercador genovês de origens humildes, foi, sem dúvida, casado com Filipa Moniz, filha de Bartolomeu Perestrelo, capitão da ilha de Porto Santo e membro da nobreza da Casa de Viseu. 
As regras do tempo mostram-nos que um plebeu nunca se casava com uma nobre, pelo que a origem de Colombo é assaz duvidosa. 
Muitos autores têm defendido que era português e apontam algumas provas interessantes, que não são suficientemente evidentes, mas que permitem a sobrevivência da tese como hipótese plausível. O próprio Colombo encarregou-se de deixar pistas enigmáticas sobre si e este não é o espaço adequado para discutir a sua identidade. Importa registar que era um homem próximo da Casa de Viseu, que viveu na ilha de Porto Santo e que estava a par das navegações até ao golfo da Guiné... ». 

O certo é que quanto mais se estuda sobre Colombo, mais se vê que a história do plebeu tecedor de lã era falsa. Investigadores sérios e que não se deixam levar pelas ondas de informação publicada no passado sem pelo menos averiguar se aquilo que leram vem baseado em documentação verdadeira ou se foi invenção, como é o caso de Colombo.
No caso de Colombo os historiadores do passado inverteram a realidade e corromperam a lógica para imporem uma lenda de fantasias como história verídica.
Tenho muito respeito por qualquer historiador que, em vez de aceitar aquilo que foi aceite sem mais nem menos, tenta explorar aquilo que nos ensinaram e averiguar o que é verdadeiramente provado com documentação e o que foi inventado sem uma gota de provas.

Quem quer saber a verdade lê e investiga e só depois é que aceita ou mantém dúvidas. Pelo contrário, os mui sábios sabões da Pseudo-História Colombina, juntaram-se em bando para atacarem-me sem lerem a documentação nem os meus livros, e ainda até hoje não deram a cara nem sequer publicaram novo artigo admitindo que eles estavam errados.
No minimo deveriam aceitar a dúvida como muitos académicos mundialmente e já aceitam.



(Agradecemos ao amigo Carlos Sete por esta informação)

terça-feira, outubro 21, 2014

Colombo não sabia lingua Itliana

 2014 14:08 | Em resposta a: #340805
Colombo não sabia lingua Italiana...

MidPoint | Manuel Rosa and John Mancini | Part 1
https://www.youtube.com/watch?v=GCi6JxlUrXE&feature=youtu.be

MidPoint | Manuel Rosa and John Mancini | Part 2
http://youtu.be/LO5LuspjR4s


Eles erroneamente chamaram-me "Rosa-Colon", e isso só serve para mostrar como até mesmo nos dias de hoje os media não cometem erros. A mesma coisa aconteceu com Cristóvão Colón em 1493. Em abril de 1493 o impressor Pedro Posa mudou o nome de Colón para Colom quando imprimiu a Primeira Carta de Colón, em seguida, o Bispo de Monte Peloso novamente mudou o nome para Colombo quando a carta foi impressa em Roma ... e o resto, como dizem, é história, apesar de ser falsa e inventada.

Embora eu tenha-lhes alertado que o meu nome não é Rosa-Colon e pedido para eles meteram uma nota na página do Youtube eles nada fizeram... assim em breve serei conhecido mundialmente como Rosa-Colon em vez de Rosa.... Ai!!!! quanta não é a injustiça nesta vida. Tanto que ando lutando para corrigir o nome errado de "Colombo" para o correcto de "Colon" e venho agora ter o mesmo problema com o meu próprio nome!!!!

terça-feira, janeiro 28, 2014

Mapa da Áustralia de Nicholas Vallard, 1547- National Library of Australia

O mapa (tirado daqui http://nla.gov.au/nla.map-rm2393 ) foi rodado por mim para ficar com as latitudes viradas para o lado direito e correctamente correndo na direcção Sul desde o Equador. Depois de o descarregarem podem ler os nomes que são claramente corrupções da lingua portuguesa.
First map of Australia [cartographic material] : from Nicholas Vallard's atlas, 1547, in the Library of Sir Thomas Phillipps, Bart. at Middle Hill, 1856. Image from the National Library of Australia: http://nla.gov.au/nla.map-rm2393 


Abaixo está um mapa com as latitudes.

sábado, janeiro 04, 2014

segunda-feira, outubro 21, 2013

COLOMBO: História do Mistério, Censura e Invenção


COLOMBO: História do Mistério, Censura e Invenção


(TOMO I - OS PONTOS CARDEAIS)


  
Já disponível para o Amazon Kindle 





Uma conspiração de 500 anos manteve censurada, não só a verdadeira história de Portugal e da descoberta do Novo Mundo, mas ainda a verdadeira identidade do descobridor. 
Conhecido vulgarmente como Cristóvão Colombo, o navegador nunca utilizou o nome Colombo durante a sua vida, mas sim Colon. 
Mas este nome era um pseudónimo utilizado em Espanha para esconder a sua verdadeira identidade e o segredo da sua linhagem e nacionalidade portuguesa. 
Este novo livro contém os resultados de 22 anos de pesquisas mostrando que a história oficial fora escrita com base em informação falsa e imprecisa dado que o descobridor sempre manteve a sua identidade secreta e criou um mistério em volta de todo o seu passado. 


COLOMBO: História do Mistério, Censura e Invenção é um autêntico "eye-opener", não só para nós Portugueses, como para muitas outras pessoas, inclusive os chamados Historiadores de outros países, línguas e culturas. O que o Manuel Rosa, (com a sua técnica norte-americana), conseguiu, foi aquilo que os outros até agora não haviam conseguido, ou não quiseram conseguir: que foi revelar as contradições e falsidades da maioria dos documentos que antes essa comunidade de científicos dava por correcta, por boa. É uma investigação extensa e bastante pormenorizada sobre a vida deste homem e de forma integrada no contexto dos Reinos e linguagens da época. Obra notável e acima de tudo credível acerca deste tabu da história dos Descobrimentos Portugueses e acredito não ter sido nada fácil para o autor devido a ir contra o que está estabelecido e mesmo contra muita boa gente. Um excelente livro que dá uma abordagem completamente diferente ao período dos descobrimentos portugueses e que abordagem!

terça-feira, setembro 10, 2013

João Abel da Fonseca Concorda que a história andava fora do rumo

João Abel da Fonseca, Vice-Secretário-Geral da Academia de Marinha e Secretário da Classe de História Marítima, Académico Correspondente da Academia Portuguesa da História, Vice-Presidente da Secção de História da Sociedade de Geografia de Lisboa e Presidente do Conselho Superior do Instituto de Cultura Europeia e Atlântica, afirmou que: ...""Qualquer historiador lúcido (também se não for lúcido dificilmente poderá ser apelidado de historiador), face ao conhecimento das relações sociais que vigoravam na época, jamais poderá duvidar do dado, para mim mais de que adquirido, de que C(ristóvão)C(olón) TINHA QUE SER ALGUÉM COM ASCENDÊNCIA ELEVADA. Quanto a isto PONTO FINAL. As evidências são tantas que basta enumerá-las para se chegar a essa óbvia conclusão. É assunto com que nem perco tempo.

Especialmente o Drº João Abel da Fonseca vê que existe algo de importante no facto da neta de Cristóvão Colón (Isabel Colón) ter casado com Jorge Alberto de Portugal y Melo, 1. conde de Gelves, trineto do Rei D. João I faz com que a história do Colombo tecelão não tenha pés nem cabeça.
Ainda pior é saber que o filho de Cristóvão Colón casou com uma prima do Rei D. Fernando de Castela. E foi o próprio Rei Fernando que o furçou a casar com María de Toledo y Rojas, porque Cristóvão Colón queria casá-lo com Mencia de Guzman, filha do Duque de Medina-Sidonia, aliado de Portugal.
Quem é que aceitaria que o filho de um tecelão poderia casar com a prima de um rei???
Mas já o próprio Cristóvão Colón tinha casado em 1479 com Filipa Moniz, filha do Capitão de Porto Santo, e "comendadora" elite da Ordem de Santiago.

Quem é que aceitaria que um tecelão poderia casar com uma nobre naqueles tempos???

Esperamos que outros académicos em Portugal vejam que a "história do Colombo Italiano" não era verdadeira e comecem a se juntar a nós para mudar os livros de história do mundo.


sexta-feira, agosto 09, 2013

A águia de Ladislau III na Madeira

Tive conhecimento hoje, pela astucia do amigo Rui Honorato, de mais uma dica sobre a estadia do Rei Ladislau III na Madeira...

Foto da antiga Igreja da Madalena anterior às recuperações, inícios do século XX

Foto da Igreja da Madalena como se encontra hoje.

Continuamos assim a luta pela verdade esperando poder voltar à Madalena do Mar na Madeira e ver quais segredos ainda estão ali guardados. Até os ossos do próprio Henrique Alemão??????

quinta-feira, agosto 01, 2013

KOLUMBAS. Atskleista istorija


O MISTÉRIO COLOMBO REVELADO (2006)
COLOMBO PORTUGUÊS-NOVAS REVELAÇÕES (2009)
COLÓN: LA HISTORIA NUNCA CONTADA (2010)
KOLUMB. HISTORIA NIEZNANA (2012)
KOLUMBAS. ATSKLEISTA ISTORIJA (2014)

terça-feira, junho 25, 2013

Cristóvão Colón em Vale Paraíso

Cristovão Cólon regressa à Europa, desembarca em Lisboa é chamado por D. João II a Vale Paraíso – Azambuja em 1493 – Colóquio
http://tvl.pt/2013/06/10/cristovao-colon-regressa-a-europa-desembarca-em-lisboa-e-e-chamado-por-d-joao-ii-a-vale-paraiso-azambuja-em-1493-coloquio/

Cristóbal Colón versus Cristóvão Colombo29-06-2013, 15:15
Autor: kolon      [responder para o fórum]
Caros Confrades,

Saiu da boca do Manuel já anos atrás... mas talvez seja melhor aceite vindo agora da boca da Manuela:

(começando no minuto 12:40) "...Casou com uma mulher da Casa de Viseu. Um navegador considerado, de outro modo não lhe teria sido dado Filipa, filha de um homem tão importante como foi o Bartolomeu Perestrelo. Uma senhora que estava junto de uma ordem militar de extrema prestigia em Portugal, tal era a Ordem de Santiago, neste caso as Donas de Santos, mas ligadas à Ordem de Santiago.
Portanto, não era, como também se pretendeu dizer em determinada altura, que era uma menina órfão que estava ali, não era nada. Era uma Dona. Uma Senhora que estava em Santos. Uma Senhora protegida naturalmente pela alta nobreza, mas que, enfim, tinha sido ali colocada, até eventualmente em virtude da morte do próprio pai..." Drª Manuela Mendonça

http://tvl.pt/2013/06/10/cristovao-colon-em-vale-paraiso-dra-manuela-machado/