quinta-feira, novembro 29, 2012

Cristóvão Colombo era afinal um agente secreto ao serviço de D. João II

ENTREVISTA no MUNDO PORTUGUÊS:
Cristóvão Colombo era afinal um agente secreto ao serviço de D. João II Manuel Rosa é um investigador portugês e, em entrevista, conta-nos que tal como James Bond “ao serviço de Sua Majestade” povoou o nosso imaginário atual no mundo da espionagem, também Colombo agiu como “agente secreto” ao serviço de D. João II numa altura em que o “segredo era a alma do negócio”... Uma entrevista realizada por ocasião do lançamento do seu livro "Colombo Português - Novas Revelações"... Ler mais
 


quarta-feira, novembro 07, 2012

A Identidade Secreta de Colombo: Grande Sucesso em Chicago

Historian to Reveal Columbus Identity at Chicago’s Copernicus Center
History of America's Discovery turned upside-down by new research: Columbus was not Italian and didn't discover America. Columbus's voyage was a political plot planned by Portugal and meant to deceive the Spanish Queen Isabel, sworn enemy of King John II of Portugal, whom she had tried to assassinate in 1484, as exposed in a new Polish language book, KOLUMB. Historia Nieznana, (COLUMBUS. Unknown History).

 

segunda-feira, outubro 29, 2012

Palestra Universidade de Massachusetts

The Secret Identity of Columbus: Peasant to Viceroy in 33 Days

Location:Ferreira-Mendes Portuguese-American Archives
Date & Time:Thursday , 10/25/2012
from 05:30 PM to 07:00 PM

sábado, setembro 15, 2012

Palestra sobre Cristóvão Colon, Balzekas Museum, Chicago

 No dia 7 de Setembro de 2012, o Balzekas Museum of Lithuanian Culture, em Chicago, foi local de uma palestra de Manuel Rosa e Eric Steele titualda:  "The Secret Identity of Columbus: Peasant to Viceroy in 33 days" [A identidade Secreta de Colombo: Plebeu a Vice-rei em 33 Dias]. A apresentação foi tão bem recebida que está prevista outra palestra para o museu Polaco em Novembro.
Stanley Balzekas, Eglė Juodvalkė, Manuel Rosa, 
Eric Zsteele, Henryk Skwarczynski and Rita Janz  



Głodnemu przychodzi mi powędrować do Muzeum Litewskiego, gdzie już rozpoczęło się spotkanie z Manuelem Rosą, historykiem, który już 20 lat dowodzi, że odkrywca Ameryki nie był synem genueńskiego tkacza, za to był synem Władysława III, który nie zginął w bitwie pod Warną w 1444 roku, tylko schronił się na Maderze, gdzie – już jako Henryk Niemiec – ożenił się z portugalską szlachcianką. Manuel Rosa to poliglota, historyk 

quarta-feira, setembro 12, 2012

Ajuda em Decifrar as Armas de Cristóvão Moniz - Bispo titular de Reona

Alguém poder ajudar a decifrar estas Armas de Cristóvão Moniz - Bispo titular de Reona - encontrados pelo senhor João Moniz, membro da Associação Cristóvão Colon.

Segundo a discussão no tópico do Geneall.net
parece que o brasão de Cristóvão Moniz eram mais ou menos como esta imagem abaixo.
Vários Nobilários dão o Bispo Cristóvão Moniz como irmão de Isabel Moniz, mãe da Filipa Moniz que casou com o futuro Almirante Cristóvão Colon. Sendo assim, o Bispo titular de Reona, era tio da Filipa Moniz (e do Almirante Cristóvão Colon, por casamento). 
Notem que a imagem do livro acima diz "D." Fr. Christovão Moniz.

 
Acima à esquerda temos uma hipótese de cores para o brasão fazendo ligação com Lusinhão. Ao centro  temos outra opção ficando o II esquartelado com armas desconhecidas. 
À direita temos uma imagem com a análise feita por Braamcamp Freire. Abaixo temos as armas de Febos Moniz tal como as armas dos Perestrelos e Teixeiras que Braamcamp Freire aceita serem o II e III quartel.
 


quarta-feira, junho 06, 2012

Como Se Faz Um Pombo De Um Membro

Por falta de entendimento de muitos que nunca se meteram a estudar este tema, continua-se a chamar ao Almirante Cristóvão Colon pelo apelido de Colombo. 
Acho que é importantíssimo de se entender como o nome Colon tornou-se em Colom e depois em Colombo e Columbus.

O homem que descobriu as Américas chamou-se a si Cristóvão Colon, apelido que foi buscar ao Grego κωλον (kólon) de onde vem o latim colon (: dois pontos) e semi-colon (; ponto e vírgula) cujo significado de Membro o Almirante Colon quis utilizar para o seu apelido. 
Na sua assinatura criptica o Almirante Colon metia sempre um ponto e um traço que era o antigo «ponto e vírgula».
Assinatura do Almirante Cristóvão Colon codificada como 
 : XpoFERENS . / 
O apelido Colon é visto ainda hoje em todos os documentos do Almirante, em todas as cartas do Papa, as quais escritas em latin nunca utilizaram o Columbus (latim para pombo) mas sim utilizam sempre colon, a qual palavra é o latim para κωλον significando membro em grego.
A primeira vez que o nome Colon aparece escrito é numa carta de D. João II de 1488 escrita a Xpovam/Xpoval (antiga forma de Cristóvão) Colon/Collon.
Assim temos bastantes provas que o nome era COLON, uma carta de D. João II em 1488, umas 6 cartas do Papa Alexandre em 1493-1494, e dezenas de cartas e documentos que o Almirante Colon deixou. Há ainda milhares e milhares de cartas e documentos dos seus descendentes que até hoje são sempre chamados Colón, isto fora dos paízes de língua inglesa onde o nome foi e é ignorantemente traduzido para Columbus.

Carta do Papa onde se vê o apelido Colon (C) e partes de
outras duas cartas onde se vê o mesmo apelido de Colon (A, B). 
Como é que Colon se tornou em Colombo?
A resposta é muito fácil e quem entende os Medias de hoje sabe que qualquer rumor que entra nos jornais, rádios e TVs rapidamente começa a ser aceite como verdade e é quase impossível de dar marcha atrás e corrigir. [Eu próprio tenho visto isto nas minhas entrevistas em que os jornalistas escrevem coisas que eu nunca disse e que mesmo eu explicando em seguintes entrevistas que nunca disse “tal e tal,”  continuam a escrever que eu disse “tal e tal” e a me fazer perguntas sobre “tal e tal.”]
Isto é importante porque foram os Media de 1493-1494 que espalharam o nome falso de Colombo/Columbus que erradamente se utiliza hoje como o nome do Almirante Colon.

O caso começa inocentemente com a publicação da “Primeira Carta de Colon” anunciando a sua descoberta.  A carta foi escrita no mar a caminho de Lisboa e enviada para Barcelona a 4 de Março de 1493 - e não a 14 de Março como vem na versão impressa. A data é simples de entender já que na carta o Almirante Colon diz que chegou a  Lisboa nesse dia e no Diário de Bordo diz que foi a 4 de Março que “así a ora de terçia vino a passar a Rastelo dentro del río de Lisboa” e que no dia 14 de Março já estava a caminho de Huelva  onde se lê “siguió su camino al sur y antes del sol salido se halló sobre el Cabo de San Viçeynte.”  Mostra-se assim que a data da carta não pode ser do dia 14 de Março como o impressor escreveu.
Impressão de Pedro Posa com a nota onde se vê o nome
errado de Colom que não é o mesmo que Colon.
A carta fora enviada pelo Almirante Colon a Luis de Santangel,  a qual é logo a seguir entregue a um impressor de Barcelona chamado Pedro Posa. Pedro Posa ao imprimir a carta escreve ao fim esta nota dizendo:
Esta carta enbio Colom A’escrivano Deraciõ 
Delas Yslas Halladas en Las Yndias: 
Cõtenida A Otra De Sus Atezas

Esta carta foi imprimida cerca de 1 de Abril de 1493. Nota-se aqui o primeiro erro sobre o nome do Almirante. Pedro Posa, um catalão, muda o nome de Colon para o catalão Colom.  A mudança do n para m, neste caso é vital porque Colom em catalão é pombo e pombo em italiano é Colombo.

Aqui está o inicio do erro da mudança do nome de Colon para Colombo erro que estava fora das mãos do Almirante de poder corrigir e pior ainda quando a 29 de Abril de 1493 outro impressor em Roma, Stephen Plannck, faz imprimir uma tradução para latim da carta impressa em Barcelona. A tradução é feita por Aliander de Cosco. O nome do Almirante continua como Colom (pombo em Catalão) mas vem agora adicionado uma saudação do Bispo de Monte Peloso com o nome já como “Colombo”. Várias cartas em latim são assim impressas em Roma em 1493 por Stephen Plannck e por Eucharius Silber e também com o nome errado do Escrivano Deraciõ como sendo Gabriel Sanchez em vez de Luis de Santangel.

Inicio da carta de Roma onde o impressor adicionou
uma introdução dando erradamente o nome como Colom
Fim da carta onde o impressor mete o nome errado de Colom 
Palavras adicionadas pelo Bispo italiano onde comete outro grave
 erro de transformar Colom (catalão) para Colombo (italiano).
Estas cartas são depois rápidamente publicadas pelo mundo fora: Basel, Paris, Antuérpia, Alemanha, Espanha… Assim o nome falso de Colom/Colombo/Columbus instala-se publicamente e jamais até hoje se pode corrigir. Já é tempo de parar de apelidar o Almirante Colon (Membro) pelo nome falso de Colombo (Pombo): 
Columbus é latim, Colombo é italiano, Colombe é francês, Colom é catalão, Pombo é português.
Todos estes nomes têm o mesmo significado de pombo ou pomba e, como se pode ver, nenhum deles se pode traduzir como membro, o significado do nome adoptado pelo descobridor.


Quem continua a chamar o navegador pelo nome Colombo ou Columbus em vez do correctíssimo Colon continua a apoiar uma mentira histórica e continua a não querer lidar com a verdade dessa mentira.
Já é tempo de por termo ao nome Colombo em Portugal e começar a usar o nome correcto de Cristóvão Colon.

domingo, junho 03, 2012

O Espirito Santo É O Divino

Quém dúvida que este lume não seja do Espírito Santo, assim como de mim?  ...  Digo que o Espírito Santo obra em cristianos, judeus, mouros e em todos outros de todas seitas, e não somente nos sábios, mas nos ignorantes ... E digo que não somente o Espírito Santo revela as coisas por vir ás criaturas racionais, mas mostra-as a nós por sinais do céu, do ar e dos animais quando lhe apráz.
 - Don Cristóvão Colon

O Vaticano tem tentado abafar este culto que o Abade Calabrés mencionado várias vezes por Colon apoiava e que é um culto puramente Português. O Vaticano quase conseguiu a sua exterminação mas a Fé não se consegue abafar e por vezes nem os chamados os lideres da Fé sabem o que é ter Fé e estar em contacto com o Divino.




Fotos e Artigos do Jornal "Ilha Maior" da Madalena do Pico 

A bandeira do divino - Ivan Lins, Zizi Possi, Simone e Vercilo


O convivio das Sopas do Espirito Santo no Pico



segunda-feira, maio 21, 2012

Colombo “era português...



 
“Relação” entre D. João II e Colombo debatida em Cuba
Por Maria Manuela Mendonça, presidente Academia Portuguesa de História
 
O auditório da Biblioteca Municipal de Cuba recebe amanhã, sábado, pelas 15 horas, o colóquio “D. João II e Cristóvão Colon – que relação?”, proferido por Maria Manuela Mendonça, presidente da Academia Portuguesa de História. O evento é organizado pela Associação Cristóvão Colon, com sede em Cuba, e prevê um programa complementar com início pelas 11 horas, que contempla duas visitas guiadas, uma ao painel de São Cristóvão e Portal do Paço, e outra ao Centro Cristóvão Colon.

Sobre estas duas importantes figuras históricas, refere a historiadora tratar-se de “dois interessantes personagens contemporâneos” com “visões diversas sobre a hipótese de alcançar a Índia por mar” e uma “pequena” diferença a separá-los: um deles é rei de Portugal. Além das Descobertas, Maria Manuela Mendonça “não crê” que houvesse algo de pessoal a liga-los, ao contrário de algumas teses que circulam sobre eventuais laços familiares. Quanto à possível origem portuguesa do navegador, e de Cuba, defendida pela Associação Cristóvão Colon, a historiadora acredita que, ou Colombo “era português, ou veio muito novo para Portugal”, mas admite não ter dados para fundamentar nenhuma destas hipóteses.

Recorde-se que entre a Associação Cristóvão Colon e a Academia Portuguesa de História foi estabelecido, em janeiro último, um protocolo de colaboração.      


http://da.ambaal.pt/agenda/?id=691


domingo, maio 06, 2012

«Cristóvão Colombo: Mistério, Censura e Invenção»

No dia 16 de Maio, 2012,  às 15 horas a sessão da APH tem como 
orador convidado o autor e pesquisador Manuel Rosa, com o tema
«Cristóvão Colombo: Mistério, Censura e Invenção»


Manuel Rosa é um dos Membros Fundadores da 
Associação Cristóvão Colon e tem  publicados os seguintes títulos:
O Mistério Colombo Revelado
Colombo Português - Novas Revelações
Colón - La Historia Nunca Contada (em castelhano)
Kolumb. Historia Nieznana (em polaco)

sexta-feira, abril 20, 2012

Colóquio «D. João II e Cristóvão Colon - que relação?»

Colóquio «D. João II e Cristóvão Colon - que relação?» com a Profª Doutora Maria Manuela Mendonça, Presidente da Academia Portuguesa da História, que terá lugar no dia 19 de Maio, na vila de Cuba

quarta-feira, abril 18, 2012

O Assereto Desarmado

Para todos os interessados na falsidade ou veracidade do Documento Assereto, há hoje mais novidades. 
Fica agora claro que as imagens que os Italianos nos tinham vendido não representavam o documento verdadeiro.
A Nuova Raccolta mostra o documento no seu todo, e parece que são dois documentos e não um... como podem ver existem umas folhas que são escritas nas duas páginas opostas (I, II, III, IV, XIII e XIV) e outras que são apenas escritas numa só página (V, VI, VII, VIII, IX, X, XI, XII). Fica agora a "teoria" sobre a numeração proposta por António Taveira com uma grande falha. Como se explica este documento senão que é uma fraude construída para nos enganar?





quinta-feira, abril 05, 2012

Kolumb. Historia nieznana

Livro polaco

"Kolumb. Historia nieznana"

será lançado Maio 8, 2012

Livros Que Nos Quiseram Lixar

É um facto que quando Mascarenhas Barreto publicou o seu livro muita gente ficou indignada com ele por parecer uma história mal investigada, mal fundamentada e pouco provável. Eu sou uma das pessoas que se sentia assim e foi com o desejo de explicar melhor a teoria oficial do "Colombo tecelão Genovês" que iniciei os meus já 21 anos de pesquisas.


Em Portugal houve uma tentativa de derrubar Barreto muito bem planeada em que se juntaram vários autores de peso na comunidade académica para tal feito os quais conseguiram pelo menos tapar a vista a muitos mundialmente com uns pequenos livros que escreveram apoiando a "teoria" genovesa mas sem fazerem nenhuma investigação. Esses autores incluíam Vasco Graça Moura, Alfredo Pinheiro Marques, Luis de Albuquerque, Luís de LANCASTRE e TÁVORA, Luís de Mello Vaz de SÃO PAYO, e podemos dizer toda, ou quase toda, a comunidade cientifica e académica Portuguesa, os quais podem ver aqui no excelente blogue que apoia a Pseudo-História Colombina do Genovês Colombo.No qual blogue ainda hoje se apoia a fantasia do "tecelão Colombo" e destes livros mal documentados.  

Vários dos livros destes autores foram apoiados pela Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, os quais livros sempre eram-me referidos como a resposta a todas as questões sobre o "Colombo Português" e ainda continuam a ser utilizados em livros e na Wikipedia como as fontes a ler para refutar o "Colombo Português". Entretanto, tendo lido todos eles, excepto umas das cartas abertas de Luís de Mello Vaz de SÃO PAYO, posso dizer que de nada servem para iluminar as dúvidas sobre a vida do Almirante Colon e ainda causaram mais confusão por conterem informação errada, e contrária à documentação da vida do Almirante Colon.

Pelos vários erros contidos nestes livros, tirando fora as "Cartas Abertas" de São Payo que não li todas, mas nas que li tratam do tema correctamente, não devem de ser lidos por ninguém que queira saber da verdade. 
 Se os lerem devem de entender que estão a ler informação mal fundamentada e repetida de livros de outros autores anteriores e até inventada que continuam a lixar os leitores em crerem numa coisa em vez de os iluminar, porque existem tantas duvidas sobre a vida do Almirante que para se ter certezas será preciso meter tudo fora e começar de novo com uma investigação cientifica a todos os documentos para descartar todos os que foram fabricados pelos séculos fora.

Pena é que o dinheiro empregado para publicar os livrecos de repetição da fábula não tivesse sido empregado para irem investigar o tema e nos trazer informação correcta. 

Para melhor entenderem alguma das razões de não se apoiarem num destes livros, aconselha-se ler "O Mistério Colombo Revelado" o "Colombo Português-Novas Revelações" e ainda a seguinte leitura:


COLOMBINADAS (1)

PORTUGAL AND THE EUROPEAN DISCOVERY OF AMERICA
APRECIAÇÃO CRÍTICA AO LIVROChristopher Columbus and the Portuguese (de Alfredo Pinheiro Marques, Ed. INCM 1992)