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terça-feira, outubro 21, 2014

Colombo não sabia lingua Itliana

 2014 14:08 | Em resposta a: #340805
Colombo não sabia lingua Italiana...

MidPoint | Manuel Rosa and John Mancini | Part 1
https://www.youtube.com/watch?v=GCi6JxlUrXE&feature=youtu.be

MidPoint | Manuel Rosa and John Mancini | Part 2
http://youtu.be/LO5LuspjR4s


Eles erroneamente chamaram-me "Rosa-Colon", e isso só serve para mostrar como até mesmo nos dias de hoje os media não cometem erros. A mesma coisa aconteceu com Cristóvão Colón em 1493. Em abril de 1493 o impressor Pedro Posa mudou o nome de Colón para Colom quando imprimiu a Primeira Carta de Colón, em seguida, o Bispo de Monte Peloso novamente mudou o nome para Colombo quando a carta foi impressa em Roma ... e o resto, como dizem, é história, apesar de ser falsa e inventada.

Embora eu tenha-lhes alertado que o meu nome não é Rosa-Colon e pedido para eles meteram uma nota na página do Youtube eles nada fizeram... assim em breve serei conhecido mundialmente como Rosa-Colon em vez de Rosa.... Ai!!!! quanta não é a injustiça nesta vida. Tanto que ando lutando para corrigir o nome errado de "Colombo" para o correcto de "Colon" e venho agora ter o mesmo problema com o meu próprio nome!!!!

domingo, maio 06, 2012

«Cristóvão Colombo: Mistério, Censura e Invenção»

No dia 16 de Maio, 2012,  às 15 horas a sessão da APH tem como 
orador convidado o autor e pesquisador Manuel Rosa, com o tema
«Cristóvão Colombo: Mistério, Censura e Invenção»


Manuel Rosa é um dos Membros Fundadores da 
Associação Cristóvão Colon e tem  publicados os seguintes títulos:
O Mistério Colombo Revelado
Colombo Português - Novas Revelações
Colón - La Historia Nunca Contada (em castelhano)
Kolumb. Historia Nieznana (em polaco)

quarta-feira, outubro 27, 2010

A Esposa de Colón-Comendadora de Santiago

Aconteceu no dia 9 de Outubro na Biblioteca Municipal Manuel Teixeira Gomes em Portimão, Portugal - Provas da Mentira Histórica do “Colombo Italiano” palestra de Manuel Rosa
Na palestra intervieram ainda José de Matos Anastácio, em representação da Associação Cristóvão Colon, e Nuno Campos Inácio, autor do projecto http://www.genealogiadoalgarve.com/. Esteve também presente a deputada Antonieta Guerreiro

No dia 11 de Outubro, na Sociedade de Geografia de Lisboa, “A Esposa de Colon - Comendadora de Santiago” apresentada por Manuel Rosa
  
Foi entregue a Carlos Calado, Presidente da Associação Cristóvão Colon,  um brasão com as armas originais do Almirante Cristóvão Colon apresentado pela primeira vez no livro de Manuel Rosa em 2006.

No dia 14 de Outubro em Espanha, na Casa Museo Colón de Valladolid “La Esposa de Colón - Comendadora de Santiago” apresentada por Manuel Rosa.


Com a presença do Professor Luis Santos Dominguez, do investigador Manuel Rosa, do Professor Jesús Varela Marcos, da Professora Montserrat León e de José Antonio Quirce, da Rádio Onda Cero


quinta-feira, abril 15, 2010

SYMPOSIA: Scientific Excursions & Diversions “Christopher Columbus: A Spy Unmasked”

Duke Continuing Studies
April 27

Manuel Rosa will tell us about his research, which indicates Columbus knew exactly what he was doing! His lecture is titled “Christopher Columbus: A Spy Unmasked” and will be a bird’s eye view of the subject with new details that suggest a new perspective on the explorer.

http://www.learnmore.duke.edu/olli/courses/tuesdays.asp

sexta-feira, setembro 11, 2009

segunda-feira, agosto 10, 2009

Provas Documentais da Burla Colomboinha


Para quem leu o novo livro de Manuel Rosa, "Colombo Português - Novas Revelações" o qual é um trabalho impar de todos aqueles escritos sobre Colombo até hoje, talvez esteja interessado em ver imagens do livro de Ptolomeu guardado na Biblioteca de Nova Iorque com data de 1460 que, segundo Manuel Rosa, é o mesmo livro de Geographia que o próprio Cristóvão Colombo possuía.
Quem de nós consegue ver estas ilustrações e continuar a crer que Colombo pensava ter mesmo chegado à Índia verdadeira? Manuel Rosa conseguiu juntar nesta nova obra todos os elementos necessários para que as mentiras contidas nas várias histórias de Colombo possam agora ser descartadas de uma vez para sempre.
Este livro prova que a Ciência traz consigo muitas explicações para a vida de Colombo, ao contrário da História que somente trouxe enganos.
Foi não pela História mas sim pela Ciência que Manuel Rosa conseguiu fazer aquilo que fez. A Ciência agora mudou a História e só um burro casmurro insistirá manter-la como dantes.

sexta-feira, abril 24, 2009

Historiadora Dra. Fina d’Armada Apresenta Colombo Português - Novas Revelações



"...Como Portuguesa e Historiadora, muito obrigado ao Manuel Rosa.
O trabalho que aqui demonstra devia ter sido feito pelas nossas Universidades.
Acontece que as nossas Universidades são conservadoras e para perseguimento
de carreiras os mais novos são seguidistas dos mais velhos...
Vai dar muito trabalho aos historiadores daqui para a frente continuarem
a afirmar que era um tecelão genovês sem demostrarem má fé ou ignorância ... (continue a leitura aqui)"

Para Mais Videos Visite a Nossa Página COLOMBONOVO no Yout Tube

A Ésquilo edições e m ultimédia tem o prazer de convidar V. Ex.ª para assistir ao lançamento do livro «COLOMBO PORTUGUÊS - NOVAS REVELAÇÕES» da autoria de Manuel da Silva Rosa, que terá lugar no Espaço D. Dinis, sito na avenida António Augusto de Aguiar, 17 - 4º esq., em Lisboa, quinta-feira, dia 30 de Abril, às 18h30. A apresentação estará a cargo do Eng. Carlos Calado, presidente da direcção da Associação Cristóvão Colon.

Debate na Rádio RDS 87.6 FM , no dia 30 de Maio, quinta-feira, a partir das 15:00 com Eng. Carlos Calado, o Historiador Manuel Rosa e Pedro Laranjeira, moderado por Carlos Pinto Costa, Director de Programas. O público poderá participar por telefone, para colocar perguntas. http://www.rds.pt/


Manuel Rosa estará também na Ovibeja, dia 1 de Maio de 2009:
● 1 de Maio, 14,30h - BEJAAuditório da Ovibeja: Antecedendo o Colóquio sobre Cristóvão Colon, será apresentado o livro do Membro Fundador Pedro Laranjeira “O Alentejano que descobriu a América”. A apresentação do tema estará a cargo do historiador Manuel da Silva Rosa, Membro Fundador da Associação Cristóvão Colon.

● 1 de Maio, 15,00h – BEJA
Auditório da Ovibeja: Organizado pela Real Associação de Beja e promovido pelo Membro Fundador José Gaspar, também membro daquela associação, coadjuvado pelo Membro Fundador António Lorena, tem lugar o Colóquio “Cristóvão Colon, um nobre Alentejano” integrado no âmbito da Ovibeja - a grande Feira do Alentejo.
Com colaboração da Associação Cristóvão Colon participarão com curtas palestras os seguintes Membros Fundadores: Carlos Calado, Paulo Alexandre Loução, Brandão Ferreira, Manuel Rosa, Pedro Laranjeira e Abel Cardoso. Segue-se um período de debate.

No domingo seguinte, dia 3 de Maio, às 15h30, a apresentação terá lugar no Ateneu Comercial do Porto, sito na rua Passos Manuel, 44, Porto. A apresentação estará a cargo da escritora e historiadora Dra. Fina d’Armada.Este livro transmite a informação mais actualizada no estudo da enigmática personagem que foi Cristóvão Colon e da sua relação com a estratégia genial D. João II nos Descobrimentos Portugueses.
Virgínia Veiga (Presidente do Ateneu), Fina D´Armada (Historiadora e Autora), Manuel Rosa (Historiador e Autor) e Paulo Loução (Autor e Editor da Ésquilo) no Ateneu Comercial do Porto, 3 de Maio, 2009.


Foi para mim uma honra ser convidada para apresentar este livro : “Colombo Português”, de Manuel Rosa. O livro anterior deste autor, “O Mistério Colombo Revelado”, publicado pela Ésquilo em 2006, já influenciou outros investigadores, incluindo a mim. Foi com base em alguns dados investigados por Manuel Rosa que escrevi o romance histórico “O Segredo da Rainha Velha”.
Creio que, após as investigações de Manuel Rosa, a história de Cristó-
vão Colon, que conhecemos por Colombo, não será a mesma. Nada ficará como dantes. Ninguém como Manuel Rosa demonstra que o descobridor oficial da América era um nobre português e foi um espi-
ão de D. João II, em Castela. A sua nobreza ficou profundamente pro-
vada após o seu intenso trabalho na busca da genealogia da esposa Filipa Moniz. Nunca um plebeu genovês podia consociar-se com uma nobre portuguesa, pois enquanto durou a Monarquia, início do séc. XX, os casamentos eram arranjados entre classes sociais idênticas.
O que mais se admira neste livro, que hoje estamos aqui a lançar, é a investigação que está por detrás. As imensas leituras, viagens, deslo-
cações, a interpretação das línguas. O que Manuel Rosa teve de estu-
dar ou pedir apoio para interpretar documentos de línguas estrangei-
ras ainda por cima com letra de difícil leitura, mesmo redigidos na nossa língua mãe. Já para não falar na imensa verba gasta nessa busca que dificilmente será reposta pela publicação dos livros. Eu sei o que custa a entrada em certos arquivos, o tempo que se sacrifica, os prejuízos pessoais da nossa vida para nos dedicarmos a uma causa.
   Como portuguesa e historiadora, muito obrigada, Manuel Rosa. O trabalho que aqui demonstra devia ter sido feito pelas nossas universidades e por autores de  crédito oficial. Acontece que as nossas universidades são conservadoras e para prosseguimento de carreiras, os mais novos são seguidistas dos mais velhos. Repare-se que Joaquim Veríssimo Serrão aceitou prefaciar este livro mas está jubilado. Será que aceitaria se estivesse no princípio de carreira? E assim aconteceu o que diz Goebbels: “uma mentira várias vezes repetida transforma-se numa verdade”. E um tecelão genovês transformou-se num nobre que se sentava à mesa de reis.
Pois é. Mas apareceram vários autores, desde a década de vinte do século XX, que começaram a pôr em causa um Colombo genovês. A ideia foi difícil de pegar. Mascarenhas Barreto foi muito insultado. Até que chegou Manuel Rosa (também por vezes insultado na internet) e deu outro fôlego às investigações.
   Outra característica deste autor é que não se agarra a uma ideia e faz dela a sua dama, contra ventos e marés. Investiga por um lado, seguindo uma pista, investiga por outro, o que demonstra a sua seriedade em busca da verdade.
Manuel Rosa dividiu em três partes este seu livro “Colombo Português”.  Sintetiza alguns dos dados já expostos na extensa obra “O Mistério de Colombo Revelado” e expõe três possíveis origens portuguesas para Cristóvão Colombo:
   1º - Como sendo filho do Infante D. Fernando, Duque de Beja, e de uma filha ou neta de João Gonçalves Zarco.
   2º - Como sendo D. Diogo, Duque de Viseu e de Beja, o “Último Templário”.
   3º - Como sendo Segismundo Henriques, filho de Henrique Alemão, um desterrado rei da Polónia, refugiado em Portugal, dando ênfase a este último.
 Ora, a 2ª hipótese, como sendo o D. Diogo, Duque de Viseu e Beja, para mim é um absurdo, pois Rui de Pina dedica-lhe várias páginas e não podemos substituir as fontes por conjecturas. Aliás, Manuel Rosa também não acredita lá muito nesta hipótese, pois sendo tão meticuloso na sua investigação, não investigou o que este rapaz mal acabado fez até aos 22 anos, quando foi morto justificadamente. Aliás, só dirigiu durante um ano, após os 21 anos, a Ordem de Cristo e a Casa de Viseu.
  Restam portanto, as hipóteses de ser filho do Duque de Beja, filho adoptivo do Infante D. Henrique, ou de ser filho do rei da Polónia, Henrique Alemão. Somos levados aos Henriques porque alguém escreveu que o descobridor da América era o “último rebento de Henrique”. Mas eis aqui uma das muitas dificuldades desta inves-
tigação. Seja que Henrique for, Colombo nunca foi o “último rebento”, porque teve filhos e os últimos rebentos chegaram ao nosso século.
Devo dizer que li duas vezes o capítulo dedicado a Henrique Alemão e reconheço que a hipótese tem muita força. Mas, curiosamente, as duas teses tocam-se ligeiramente. Assim, o Paço onde casou o Duque de Beja, Paço que foi escolhido pela Infanta D. Beatriz, viúva do Duque, em 1479, para a assinatura do tratado de Alcáçovas, passou depois para a mão dos descendentes de Henrique Alemão e ainda hoje é conhecido como o Paço dos Henriques. Além disso, a âncora, brasão dos Henriques, foi concedida a Colombo mas multiplicada por cinco e dispostas como as quinas do brasão real e do brasão do Duque de Beja.
 Por aqui se vê como é difícil esta investigação sobre Colombo. Qual o segredo que envolveu o seu nascimento para se manter mesmo depois da morte do descobridor e durante quinhentos anos? E ainda hoje ser um quebras-cabeças?
No “Segredo da Rainha Velha”, também eu apresento uma teoria. Eu acho difícil Colombo nada ter a ver com os Judeus. E se as armas da Polónia são uma águia, as armas dos nobres judeus, de nome Abravanel, também se assemelham a uma ave. E têm sangue real de Jerusalém, como o filho de Colombo escreveu que seu pai tinha, pois eram descendentes do rei David.
 Enfim, de qualquer forma, tanto eu como Manuel Rosa não fazemos finca-pé  numa teoria. Se surgirem documentos com dados diferentes, estamos prontos a analisá-los. Tal como diz este autor, “o que interessa é a verdade”.
 Todavia, depois de se lerem e assimilarem as suas investigações, será difícil provar  que Cristóvão Colon ou Colombo não era português. Vai dar muito trabalho aos historiadores, daqui para a frente, continuarem a afirmar que era um tecelão genovês, sem demonstrarem má fé ou ignorância. Aliás, ele até pode ter alguma ligação com Génova e não deixar de ser português. Vamos supor, por exemplo, que ele fosse filho do Duque de Beja, quando este fugiu de Portugal. Colombo até podia ter nascido no Mediterrâneo, dentro dum barco dum corsário italiano, de nome Peroso, como sugere Rui de Pina. E se o corsário fosse genovês, isso não significaria que ele não era português. É como naqueles casos em que uma mãe, que vive em determinada terra, vai ter um filho a uma maternidade que fica numa cidade e depois há a dúvida de se saber se é natural da terra onde foi gerado ou onde acidentalmente veio a este mundo. A questão da nacionalidade pode não ser uma questão linear. 
 As investigações de Manuel Rosa estendem-se a demonstrar como Colombo descobriu a América, ao serviço secreto de D. João II, pois as Antilhas já eram conhecidas dos Portugueses, mas não nos interessavam. Expõe bem a genialidade de D. João II que, infelizmente, não consta do Padrão dos Descobrimentos.
 Outro ponto importante que o autor expressa neste livro é o recurso aos exames de ADN. Felicito-o por essa ideia, pois podemos chegar realmente por aí onde não chegam os documentos. Mas, parece-me que temos de ter cuidado. Segundo li, só dá certo quanto à progenitura masculina (não admira que a ciência só cuidasse do género masculino, é o costume).  Por isso, nos nossos dias, não há nenhum descendente desses tempos que não tenha uma ascendente feminina pelo meio. Por outro lado, não se pode pensar que em séculos as mulheres foram sempre fieis aos maridos.
Gostaria de realçar também a humildade de Manuel Rosa que é sempre muito salutar num autor que procura a verdade. Manuel Rosa até colocou neste livro, p. 360, o seu site para quem esteja interessado “em compartilhar dados, apontar erros e partilhar novas descobertas sobre o Almirante”. Só espero que não perca tempo com quem não o merece e deixe de investigar com o rigor que o caracteriza.
“Colombo Português” é um bom livro de cabeceira. Está muito bem escrito, de linguagem acessível, explicando tudo muito bem, despertando em nós o interesse por querer saber mais, correr até ao fim. Após a sua leitura, ninguém dará o tempo por mal empregado.
Dizia Newton que “o que conhecemos é uma gota, o que desconhecemos é um oceano”.  As investigações de Manuel Rosa, sobre Colombo, já nos colocaram para lá do meio do oceano. E parece seguir o rumo dos versos de Manuel Alegre:
Eu que fiz Portugal e que o perdi
em cada porto onde plantei o meu sinal.
Eu que fui descobridor e nunca descobri
que o porto por achar ficava em Portugal.
Fina d'Armada

terça-feira, outubro 23, 2007

Enigmas sobre "Cristovão Colombo - O Enigma"

Muitos pensam e dizem (até em Itália) que o filme Cristovão Colombo - O Enigma de Manoel de OLIVEIRA foi baseado na grande obra de investigação apresentada no livro O Mistério Colombo Revelado de Manuel da Silva Rosa. Mas infelizmente isso não é verdade. O filme de Manoel de OLIVEIRA foi baseado na vida do Dr. Luciano Silva e de sua esposa e não n'O Mistério Colombo Revelado, cujas provas da falsidade da história de um Colombo "genovês" vão muito mais além que ninguém até hoje conseguiu ir e revira mesmo toda a história de 500 anos de pernas ao ar.
"
Para chegar onde o Manuel Rosa chegou, atendendo à extrema complexidade e às múltiplas dimensões do tema, é necessário paixão e trabalho, trabalho e paixão." - Manuel TT

quinta-feira, outubro 04, 2007

"COLÓN AL DESCUBIERTO", em Lisboa


Comunicado á imprensa:

LA SERIE “COLÓN AL DESCUBIERTO” SE ADENTRA EN LA ENIGMÁTICA FIGURA DEL DESCUBRIDOR DE AMÉRICA

La nueva producción documental del segundo canal andaluz descubrirá la vida oculta del almirante más misterioso de la historia

RTVA/Isla de la Cartuja (Sevilla), 2 de octubre de 2007.
La serie “Colón al descubierto” que Canal 2 Andalucía estrena este miércoles 3 de octubre, a las 22:00 horas, es un trabajo documental que, a lo largo de cuatro capítulos de una hora de duración (más un quinto capítulo de resumen) tratará de arrojar luz sobre la enigmática figura del descubridor de América.

Han pasado cinco siglos desde la muerte de Cristóbal Colón, un 20 de mayo de 1506 en Valladolid. Después de todo este tiempo pocas fechas y lugares en la vida del almirante pueden darse por absolutamente ciertos. Cada uno de sus movimientos y motivaciones está cargado de misterio, razones ocultas aún por descubrir. Son muchas las cuestiones a las que los investigadores no pueden dar una respuesta objetiva. Se trata pues de un caso abierto.

Los capítulos de “Colón al descubierto” se estructuran sobre la base de los misterios que rodean al almirante. La serie comienza por la incógnita que plantea su firma, un criptograma piramidal repleto de códigos ocultos, para seguir analizando las Capitulaciones de Santa Fe, la incógnita sobre su origen y el lugar exacto en el que descansan sus restos. Tampoco se pasará por alto la posible existencia de un piloto anónimo, Alonso Sánchez de Huelva, que podría haber estado en América antes que Colón y que pudiera haber dado las coordenadas del viaje que poco después emprendería el almirante. El libro de las Profecías, único escrito por Colón, y al que le faltan 14 páginas, será otro de los misterios a resolver.

La serie tiene como asesora a la principal colombinista del panorama nacional e internacional; se trata de la historiadora e investigadora de la Escuela de Estudios Hispano-Americanos, Consuelo Varela, quien ha dedicado la mayor parte de su carrera profesional al estudio científico y riguroso del personaje y de las circunstancias que rodearon a los viajes.

Asimismo, “Colón al descubierto” cuenta con la colaboración de destacados especialistas en distintas materias que han dedicado parte de sus estudios a la búsqueda de la verdad sobre Colón, entre otros: Hugh Thomas, historiador e hispanista; Juan Gil, catedrático de Filología griega y latina; Salvador Bernabéu, historiador; José Manuel Pérez Prendes, catedrático de Derecho; Guadalupe Chocano, historiadora e investigadora; Claudio Lozano, arqueólogo subacuático; Miguel Botella, antropólogo, y así hasta un total de 20 especialistas.

El documental también cuenta con la presencia de guías locales que ayudarán a realizar el recorrido por los enclaves colombinos: el Archivo General de Indias; la Institución Colombina; la tumba de Colón, en la Catedral de Sevilla; el Monasterio de la Cartuja; el Monasterio de la Rábida y las localidades de Palos de la Frontera y Santa Fe entre otros.

Un nutrido número de caras conocidas dará su visión sobre los hechos: Miguel de la Quadra Salcedo, Juan Pérez Mercader, el duque de Huéscar, la duquesa de Medina Sidonia, J.J. Benítez, Alberto Vázquez Figueroa, Pedro Piqueras, Luis María Ansón, Carmen Hermosín, Amparo Rubiales, Fernando Ocaña, Carmen Posadas, José Antonio Lorente, Emilio Carrillo, Javier Sierra, Gustavo Bueno, Fernando Iwasaki, Andrés Vázquez de Sola, etc. De forma muy especial, la serie contará con la intervención de los descendientes directos de Cristóbal Colón: los miembros de la familia Colón de Carvajal.

“Colón al descubierto” se ve reforzada en su esencia documental por una trama de ficción en la que un presunto descendiente de Cristóbal Colón encarga una investigación a un periodista. Del mismo modo que en la vida del propio almirante, nada resulta ser lo que parece.

02-RTVA/01/10/07
Fecha de emisión: miércoles, 3 de octubre, a las 22:00 horas.


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