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segunda-feira, novembro 07, 2011

Todos Sabiam que Colombo Era Genovês Menos os Genoveses

Come ho già menzionato, la mia ricerca sui lavori di annalisti e storici genovesi del XVI e del XVII secolo, non ha rivelato alcuna traccia di pretendenti genovesi. Infatti, il lavoro di Uberto Foglietta, 1559 (Roma) Di Uberto Foglietta, della Repubblica di Genova e l’edizione revisionata del 1575 (Milano), tra i famosi cittadini di Genova Cristoforo Colombo non è nemmeno menzionato! Come riferimento storico, aggiungo, tra i Capitani genovesi menzionati negli annali di Foglietta, nel 1475 c’è Biagio D’Assereto, Capitano di 13 navi e 3 galee che coraggiosamente dispersero l’Armada Aragonese vicino a Genova; nel 1466, il Capitano Simone Vignoso, con 3 navi, era al servizio della Repubblica di Genova durante l’incursione in Chios; nel 1467, Lazaro Doria con 6 navi combatté i Catalani e si comportò bene; nel 1477, Ludovico di Riparolo, Capitano di 6 galee si comportò bene, et cetera, fino all’anno 1500. Foglietta ovviamente era interessato ai capitani genovesi, ma il fatto che non abbia mai menzionato Cristoforo Colombo, presumibilmente il più famoso di tutti i capitani genovesi, è un’incredibile omissione.


La mia ricerca sugli annalisti genovesi del XV e del XVI secolo (a parte Giustiniani, Gallo e Senarega) non ha, ugualmente portato, ad alcun risultato soddisfacente. Neppure lo storico genovese Senatore Federico Federici (che morì nel 1647) offre alcuna informazione sui Colombo genovesi. Gli annali del XVIII secolo del genovese Gianbattista Richeri (come Federici di origine Patrizia) non offrono più luce sulla questione; i suoi annali dal 1299 al 1502 annotano 18 Colombo, ma non un Domenico od un Cristoforo appare nel suo Foliatum Notariorum Genuensium (1724 ca.) (il testo originale si trova alla “Biblioteca Comunale Berio di Genova”). Il manoscritto di Guglielmo da Cassina include annali datati dal 1191 ma pure esso non offre alcuna informazione utile per il presente studio.


Riassumendo, finché non raggiungiamo il XVIII secolo, annunciato con il lavoro del 1708 dell’annalista genovese Filippo Casoni (1662-1723), i genovesi non sembrano interessati ad individuare nella loro città di Genova la famiglia del grande scopritore. Neppure sembrano31 preoccuparsi di scoprire se ci fossero documenti nei loro archivi che mostrassero l’esistenza di una famiglia Colombo “che offrisse un certo grado di certezza”. Gli studiosi genovesi fino al tempo di Casoni, sembra che avessero un vero problema nell’appaiare il cognome di Colón o Colom con la documentazione mostrante il cognome di Colombo.-- “La scoperta del Nord America” 1998 by Maurizio Tagliattini

quinta-feira, agosto 18, 2011

Dizem que as fêmeas eram especificamente excluídas do Mayorazgo

Como fica clarinho, as fêmeas eram tanto excluídas de poderem herdar o Mayorazgo que nem sequer poderiam entrar em litígio com os varões e assim o caso ficou resolvido logo em em Fevereiro de 1572 com a morte do 3º Almirante, D. Luis Colón.
Pois como o texto acima mostra, não houve litígio, não houve contestação por uma fêmea, nem o caso teve que terminar porque o varão decidiu casar com a fêmea em vez de perder o litígio.

O caso da história de Cristóvão Colón é assim tão claro como água da fonte!

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Como as fontes não mostram que o Almirante foi Colombo ou foi o Génovês

De novo temos o Sr. Historiador Português Racional no blog da Pseudo-Historia a dar-nos uma imensa lista de fontes para tentar provar de uma vez para sempre que Colomo, Colon e Colombo são todos a mesma coisa.
Depois do P.R. aceitar essa teoria de serem Colon e Colombo o mesmo nome insiste que todos esses nomes se referiam a um mesmo Cristoforo Colombo tecedor de lã da Génova, Savona, etc.

Infelizmente eles não vêem mais do que aquela cortina de fumo construida em Portugal e por isso nunca vão poder atravessar o abismo que separa o Colombo Italiano analfabeto de baixa classe daquele Colon Português instruído, latinista, cosmografo, cartografo, genial navegador, de classe nobre chamado “industrioso e engenhoso” por D. João II o qual “Colomo" era protegido e pago em Castela conhecido e ajudado pelos mais altos Castelhanos e que viajava com uma sua comitiva. Tudo isto antes de se fazer ao mar em 1492 quando supostamente era um zé-ninguém da Génova. Insignificante desonhecido e empobrecido.

Sim, Cristóvão Colon era protegido pelo rei de Portugal e pela rainha de Castela e era conhecido dos mais altos nobres nos dois reinos e estava a ser pago por Dona Isabel desde Janeiro de 1486 sem sequer ter feito uma só coisa de beneficio para Castela.
Repetimos, Cristóvão Colon era conhecido e ajudado nos dois lados da fronteira, era pago e era ajudado pelos mais altos senhores dos dois reinos antes de ter feito uma só coisa além de fugir de Portugal “secretamente”.
Será isto indicios de um tecedor de lã Genovês? Dizemos que NÂO.

Mas outros historiadores acreditam que este homem considerado tanto importante pelas duas coroas era um mero tecedor de lã Colombo Italiano porque assim o designou Rui e Pina!

Como muitos historiadores Portugueses nunca investigaram este homem e simplesmente lêram aqueles historiadores que acreditam no “Colombo Italiano” de Rui de Pina mostram uma lista de nomes e nacionalidades atribuidas depois da arribada de Colon a Portugal em 1493 e não podem entender o jogo de D. João II. Por isso negam a nacionalidade Portuguesa atribuida a “Colomo” em Janeiro de 1486 pela corte de Castela. E não acham nada estranho em Colomo ser chamado Colon pelo rei de Porugal em 1488 e ser conhecido como “estrangeiro” na corte de Castela mas nunca ser tido como “Italiano” nessa corte embora todos o estivessem já a chamar Genovês.
Nós não insistimos sem ter razão. Nós aceitamos que os nomes de pessoas eram por vezes mal escritos e que um escrivão poderia muito bem escrever um nome de forma errada ou de forma diferente uns dos outros. Isso não está em causa. O que está em causa não é o nome da pessoa mas a pessoa a que se referia, aquele tal nobre Almirante Colon, e ainda está em causa a censura intencional em volta do mesmo.


Sim. Segundo o P.R. no blog P-H Colombina este “Colomo” era o mesmissimo tão Italiano Colombo, conhecido por todos e aceite por todos fora da corte de Castela como um Genovês mas mesmo assim as dúvidas seguiam na corte de Castela porque talvez deviam de ser burros. A corte de Castela ainda insistia no processo do “pleito com la corona” em perguntar de onde vinha o Almirante sem receberem respostas concretas.
O Português Racional diz ainda:
1486, Pedro Díaz de Toledo, segundo Manuel Rosa em fórum GP, chamou "Português" a Colombo [eu disse Colon e nunca Colombo] - (comentário de PHC: tendo acabado de chegar de Portugal, sendo desconhecido em Castela, súbdito do rei de Portugal, é possível que esta única fonte inicial o tenha designado esta primeira vez, na sua real insignificância, como português, erro imediatamente corrigido logo depois. Mas como Toledo foi aditado à lista do sr. Coelho pelo sr. Manuel Rosa, é de não nos fiarmos muito... e confirmar esta desconstextualizada fonte quem tenha paciência para isso).
E diz sobre a carta de Dom João II “esta, aduzimos nós, PHC, por estudar e comprovar no único documento conhecido”.

>>>> Tentando me descreditar sem ir averiguar os factos rodeando o documento de Pedro Diaz de Toledo automáticamente presumindo que eu não estou a falar a verdade e atirando ainda mais abaixo dizendo que “sua real insignificância, como português, erro imediatamente corrigido logo depois

Dando a um documento official da corte de Castela menos relevância que a qualquer carta de um Angelo Trevisan por exemplo.
Insiste também que a carta de D. João II não deve ser aceite como documento verdadeiro insinuando que é uma falsificação porque só assim é que se pode negar estes factos.
Mas ao mesmo tempo, e isto é o ponto importantissimo desta discussão, não diz que se deve de duvidar dos documentos de Génova embora se tenham provado já várias vezes que documentos forma falsificados em Génova e que o Testamento de 1498 foi falsificado para dizer “siendo yo nacido em genoba”.

Incrivelmente o P.R. acredita que um Italiano chegado a Castela como chegaram lá muitos viajando de Portugal eram automáticamente conhecidos como “Portugueses” embora os outros têm designações como Florentinos, Genoveses, e Venezianos.


Por exemplo ao aprecer em castela Juanoto Berardi foi chamado pela corte de isabel a Católica «Juanotto Veralde, mercader florentin estante en la dicha cibdad, nos fiso relación... », Veralde é muito longe de ser Berardi mas era ele mesmo. Notem que não foi tido como “Português” o que mostra que um Italiano vindo de Lisboa para Castela não era automáticamente presumido ser um Português como aceita o P.R.

Dizemos ainda que Juanoto Berardi “Nacido en 1457 hubo Giannetto de emigrar muy Joven a la Península Ibérica”(2) viveu longo tempo em Lisboa aonde seu pai era homem previligiado na corte de D. Afonso V e foi logo bem conhecido como Iataliano (Florentino) como querem agora que um tecedor de lã que viveu em Portugal somente 8 anos fosse já tido como PORTUGUÊS pela corte de Castela?

Somente ao Português tiveram que lhe deixar o nome em branco ao pagarem-lhe um ano de salário por ser um “pobrezinho” Colon desconhecido claro! E tiveram que lhe chamar Português por erro e depois “estrangeiro” por ignorância do seu verdadeiro país ou por não saberem escrever Genovês ou ainda porque era mais facil escrever “estrangeiro”?

Isto não foi uma só vez mas constantemente lhe chamavam “estrangeiro” e nunca se deram ao trabalho de perguntar-lhe mas que raio de estrangeiro era ele, Italiano? Francês? Inglês? Talvez fosse um marciano desconhecido e assim não se lhe podia dar uma nacionalidade por 22 anos na corte de Castela teve que ser inicialmente Português e depois "estrangeiro"?

Quando se vê estas listas é importante de levar no pensamento a data de 1493 e que enquanto Colomo/Colon foi conhecido como Português e “estrangeiro” antes de 1493 assim que fez a sua “milagrosa” viagem foi também “milagriosamente” conhecido logo como Ligur e Genovês por outros embora seguiam a tratar-lo de “estrangeiro” na corte. Somente aqueles com menos possibilidade de desvendar a sua verdadeira nacionalidade o conseguiram fazer e tendo sido desta forma descoberto como um Genovês a corte de Castela nunca adoptou essa nacionalidade.
Porquê?
Dizemos “Porque a corte sabia a verdade.”


VAMOS AGORA REVISTAR ESTA LISTA RACIONALMENTE.

Esta lista que supostamente explica tudo para os historiadores é tirada do blog da P-H Colombina. Primeiro que tudo alertamos o leitor que todos aqueles que falam do nome Colombo devemos de suspeitar imediatamente porque o nome nunca foi Colombo.

Sim o nome NUNCA foi Colombo em Espanha. (Mesmo se aceitar-mos a teoria de um Genovês devemos de entender que ele nunca se chamou Colombo em Espanha e deveria de ser assim nomeado com o seu nome de Almirante que era Cristoval COLON e nunca mas NUNCA Colombo). Somente alguém que não conhecia o Almirante ou alguém que queria fazer o Almirante menos conhecido lhe mudaria o nome de COLON para Colombo.

Vamos dar uma explicação a cada uma das entradas incluindo aquela de Pedro Diaz de Toledo que o P.R. desconhece:
1486 Pedro Diaz de Toledo – (nome em branco) Português
>>>[primeira e única vez que lhe é dado uma nacionalidade em Castela duranrte a sua vida e um estudo feito pelo Prof. António Rumeu de Armas prova que o Colomo “estrangeiro” nos livros de Alonso de Qunitanilla é a mesma pessoa chamada Português cujo nome ficou em branco nos livros de Pedro Toledo.] (1)


1486, Alonso de Quintanilla – Colomo estrangeiro
1487 (Maio), Francisco González, de Sevilla – Colomo estrangeiro
1488, Dom João II – Collon, Colon
1489, Isabel a Católica – Colomo
1492, Capitulações de Santa Fe - Colon (escrito Don Cristoval Colon)
>>>> Até aqui Cristóvão Colon é conhecido somente como Colon e Colomo e como Português e “estrangeiro”

Chegou da Primeira Viagem e D. João II morre pouco depois:
1493 o Papa chamou-lhe Colon em três bulas e chamou-lhe Christofõm nome Português e não italiano (esta entrada deixada fora da lista pelo P.R.)
1493, Duque de Medinaceli - Colomo
1493, Pietro Martire d’Anghiera – Colonus lígure
1493, R.L. de Corbaria – Columbo
>>>> como mostrámos no livro a carta termina com o nome Colom antes desta postscript errada pelo Bispo de Corbaria.

1494, Pietro Martire d’Anghiera – Colonus lígure
1497, Pietro Martire d’Anghiera – Colonus lígure
>>>>> Notem que mesmo com o erro do Bispo R.L. de Corbaria a chamar-lhe Columbo o nome segue correctamente como Colonus. Como explicámos no livro, o erro do Bispo fez com que o nome errado fosse transmitido pelo mundo inteiro sendo assim assumido como o nome verdadeiro e confundindo o Colombo com o Colon mas sem nenhuma prova que ligue o Colombo italiano ao Colon de Espanha.

1498, Pedro de Ayala – Colón genovês
1498-1504, Rui de Pina – Colombo Italiano
>>> Notem que o nome não era Colombo em Castela mas sim Colon e que era Colon na carta do rei D. João II de 1488 e assim Rui de Pina não trunfa o rei, o Almirante, o Papa, nem a corte de Castela.

1500-1501: Pedro Martir d’Anghiera – Colonus ligure
>>> o nome segue Colonus que é Colon em Latim e não Colombo como Rui de Pina disse.

1501, Nicoló Odereco – cidadão de Génova
>>>> Notem aqui que os embaixadores genoveses em Barcelona no ano de 1493 não disseram nada sobre Colon ter sido um Genovês sendo assim Odereco uma fonte sem precedente e sem crédito. Pois se os iniciais embaixadores que vieram de Génova especificamente para prestar os seus parabéns á corte de Espanha não entendiam que o Almirante era um seu compatriota Genovês e assim mostra-se que Odereco estaria somente a entrar na carroça corrente do Colombo Genovês.

1501, Angelo Trevisan – Columbo, Colombo zenovese (repetição da suposição)
1502, O anónimo do planisfério de Cantino – Colonbo
1513, Andrés Bernaldez – Colon de Milão
>>> Esta é a mais interessante de todas as citações porque mostra a confusão reinante e o atento de confundir todos porque Andrés Bernaldez também disse: "En nombre de Dios Todo-poderoso, ovo un hombre de tierra de Génova, mercador de libros de estampa, que trataba en esta tierra de Andalucia, que llamaban CHRISTOBAL COLON, hombre de muy alto injenio, sin saber muchas letras."(3) Mostrando assim que Bernaldez não sabia. Colon tanto era de Milão como de Génova tanto faz para uma mentira ser daqui ou dali. Mostra ainda que Bernaldez mente ou está mal informado sobre a sabedoria do Almirante que era deveras um homem culto, iluminado, e instruido o que nega também o seu “sin saber muchas letras.”

1516, Hernando Alonso de Herrera – Colon genovês (repetição)
1519, Jorge Reinel – Colombum (repetição Portuguesa)
1523-1566, Bartolomé de las Casas – Columbo de Terrarubia, Colon
>>>> Las Casas disse que não sabia a certeza de onde era o Navegador. Sim 50 anos após a morte do Almirante e 60 anos após Pedro de Ayala ter dito genovês Las Casas escreve: “de nación genovés, de algún lugar de la provincia de Génova; cuál fuese, donde nació o que nombre tuvo el tal lugar, no consta la verdad dello.”(4)
não consta la verdad dello - não se sabe a verdade disto.

1525, Gaspare Contarini – Colombo genovês (repetição)

1530-33, Garcia de Resende – Colombo Italiano
>>>> Esta citação não tem nenhum valor porque é uma cópia exacta do texto de Rui de Pina. Tornando-se assim Resende um texto nulo. Somos os primeiros a apontar este plagiado que nenhum historiador antes de nós apanhou.

1535-1557, Gonzalo Fernandez de Oviedo y Valdés – Colom Ligúria, concretamente Cogoleto, ou então Savona ou Nervi.
>>>> Outra vez serve não para mostar a consitência e a solidez do facto mas mostra a inconsitência e fluidez do assunto porque sendo o Almirante de veras nascido em Génova alguém deveria de saber de onde veio mas niguém o sabia. Era um Mistério.

1539, Fernando Colombo, seu filho e biógrafo – Colon genovês
>>> Não só o P.R. insiste em chamar Fernando Colon pelo nome de Colombo errando 100% porque Fernando sempre foi Colon e unca foi Colombo. Mas ainda interpretra mal a Historie de Fernando aonde Fernando NÂO diz que seu pai era Genovês mas sim diz que tanto a sua familia como a sua nacionalidade eram um Mistério. Sim foi Fernado Colon que escreveu o primeiro Mistério Colombo Revelado mas ninguém o entendeu.

E é com esta última entrada de Fernando Colon na lista que se pode entender que todos os outros anteriores não sabiam o que diziam. Pois se já estava o mistério todo resolvido:
em 1498 por Pedro de Ayala
em 1498-1504 por Rui de Pina
em 1501, por Nicoló Odereco
em 1501, por Angelo Trevisan
em 1513, por Andrés Bernaldez
ou em 1516, por Hernando Alonso de Herrera

Então já não podia existir nenhum mistério em 1537 quando Fernando Colon começou a escrever a sua história. Mas não foi isso que aconteceu Fernando mesmo sabendo que todo o mundo lhe estava a chamar Colombo e Genovês explicou que isso não era a verdade e ainda disse que aqueles que queriam fazer a mentira maior faziam-no de Plasencia aonde havia armas de Colombo nas sepulturas.(5)

P.R. Quanto aos inúmeros testemunhos nas fontes, independentes entre si, de coevos do aventureiro, sobre a sua naturalidade italiana, refere ainda ali o sr. Coelho, a quem de novo gratamente brindamos pelo trabalho que assim nos evitou.

>>>>> Quem vê esta discordância toda e tenta fazer dela concordância está a presumir algo que não está nos factos.
Sim tudo é discordância até aqui.
É discordância não só durante a vida do Almirante, nem pouco depois de sua morte mas é discordância até hoje 500 anos mais tarde.

Assim se mostra claramente que ao aceitar os documentos genoveses sem serem investigados cientificamente e ao mesmo tempo ao negar documentos Portugueses por esses mesmos não serem investigados cientificamente está a impinar a carroça para o seu lado por pensar que ficou tudo esclarecido já com Rui de Pina em 1504.
Mas insistimos que se tudo fosse já esclarecido em 1504 não seria necessário de Fernando Colon manter o Mistério 30 anos mais tarde nem seria necessário da corte de Castela andar a perguntar ás testemunhas se sabiam deveras de onde era nascido o 1º Almirante e ao não receberem dessas testemunhas respostas concretas mostrar4am que o mistério era intencional.


(1) Antonio Rumeu de Armas, El “Portugues” Cristobal Colon en Castilla. Ediciones Cultura Hispanica del Instituto De Cooperacion Iberoamericana, Madrid 1982

(2) Cartas de particulares a Colón y Relaciones coetáneas, Recopilación y edición de Juan Gil y Consuelo Varela, Alianza Editorial, S. A., Madrid, 1984
(3) Historia de los Reyes Catolicos, Andres Bernaldez (Cura de los Palacios), Bibliofilos Andaluces, Sevilla, 1869

(4) Historia de las Indias, Por FRAY BARTOLOMÉ DE LAS CASAS
edición de AGUSTÍN MILLARES CARLO y estudio preliminar de LEWIS HANKE, FONDO DE CULTURA ECONOMICA, México - Buenos Aires, 1951

(5) HISTORIA DEL ALMIRANTE, HERNANDO COLON AL MUY MAGNÍFICO SEÑOR BALIANO DE FORNARI, JOSÉ MOLETO