sexta-feira, março 13, 2026

Portugal chegou ao Brasil antes de Colombo

 Portugal chegou ao Brasil antes de Colombo, diz estudo

Investigação destaca mapas e documentos contemporâneos que revelam o papel decisivo de Portugal na exploração atlântica secreta nos séculos XIV a XVI.

A informação é apresentada no livro 1494: D. João II e o Segredo do Brasil, que será lançado em São Paulo a 15 de abril pela Caravelas Editora. A obra reúne décadas de investigação sobre cartografia antiga, ciência da navegação, sigilo de Estado e as negociações diplomáticas que marcaram o final do século XV. O livro é uma investigação histórica conduzida por um historiador açoriano sustentando que os portugueses alcançaram a costa do Brasil antes de 1493, muito antes de 22 de abril de 1500, data tradicionalmente associada à descoberta.

Luso-americano e doutorado em História Insular e Atlântica pela Universidade dos Açores, Manuel Rosa fundamenta a sua análise em mapas redescobertos no século XX e em referências documentais que permaneceram negligenciadas por contrariarem a historiografia tradicional ensinada nos manuais de História a nível mundial. A análise desses elementos mostra que a Coroa portuguesa possuía conhecimento de territórios além do Atlântico muito antes das descobertas oficialmente reconhecidas.

Esse conhecimento protegido ajuda a explicar a posição diplomática de Portugal nas negociações que conduziram ao Tratado de Tordesilhas. O acordo, assinado em 1494, estabeleceu uma linha divisória entre as áreas de influência portuguesa e castelhana, deixando o Brasil dentro da esfera portuguesa.

A investigação revisita a cronologia da exploração atlântica, com especial atenção ao mapa das Antilhas de 1424 — redescoberto em 1953 — e às intenções de Cristóvão Colombo durante a sua terceira viagem ao Novo Mundo. Segundo o estudo, Colombo procurava alcançar terras a sul do Equador, região que, de acordo com os seus próprios relatos, já lhe teria sido descrita por D. João II de Portugal.

Dedicado à investigação histórica há mais de três décadas, o Dr. Rosa estuda a Era dos Descobrimentos e a documentação relacionada com as primeiras explorações atlânticas. A sua investigação baseia-se sobretudo na análise de arquivos europeus e de fontes cartográficas antigas, oferecendo uma reavaliação do papel de Portugal no desenvolvimento científico associado à expansão marítima.

O livro enquadra a viagem de Pedro Álvares Cabral, em 1500, como uma proclamação pública do território pela Coroa portuguesa, e não como um achamento acidental. O estudo demonstra ainda, através de diversos documentos históricos, que as descobertas portuguesas eram frequentemente mantidas sob sigilo por razões estratégicas durante a rivalidade entre as potências europeias no final do século XV. 

Sobre a investigação, o professor António Balcão Vicente observa: “Manuel Rosa propõe lançar mais luz sobre tão interessante tema, reexaminando documentos e factos para deles extrair novas interpretações, contrariando mais uma vez a tese de Francisco Contente Domingues, para quem ‘não há neste processo sombra de sigilo de Estado’.”

Artur Castro Brasil Bêco, mestre em Filosofia Política pela Universidade Federal do Ceará, escreve: “O livro 1494 – D. João II e o Segredo do Brasil é uma das obras mais interessantes que tive a oportunidade de ler recentemente. A obra transporta o leitor para um mundo envolto em segredos, conspirações e mistérios próprios do seu tempo. Recomendo vivamente a leitura a todos os interessados na história dos descobrimentos, pois encontrarão aqui uma perspectiva renovada e bem fundamentada sobre este período decisivo da história mundial.”


 “Em Lisboa comprei o livro 1494 – D. João II e o Segredo do Brasil.   Já o li e gostei muito… o essencial, os documentos que aduz para suporte da tese, são sólidos,”   Professor Onésimo Teotónio Almeida


Contacto: info@cristovaocolon.com

sábado, novembro 01, 2025

1494: O Maior Segredo


Encontrei isto no YouTube canal História Ibérica sobre o meu livro 

1494: D. JOÃO II E O SEGREDO DO BRASIL




Compre aqui na Alma dos Livros






quinta-feira, outubro 30, 2025

Entrevista com Artur Castro História Ibérica

LIVE: Cristóvão Colombo era PORTUGUÊS? - Com Dr. Manuel Rosa 

Nessa live falaremos com o Dr. Manuel Rosa autor da Obra "Portugal e o segredo de Colombo" sobre seus estudos e sua obra.

 

 @mc9477  Obrigada História Ibérica por ter convidado o dr. Manuel Rosa que, com esta sua tese de doutoramento, vem iluminar uma grande personagem da nossa história que tem sido mantida nas trevas. Este é o resultado de 35 anos de trabalho e de certeza que o dr Manuel Rosa vai enfrentar os velhos do Restelo que lhe vão fazer guerra. Vamos estar atentos ao que se segue. Muita sorte para o entrevistador e para o entrevistado. Maria 

 @pvsalvador  A caixa de Pandora sobre as origens de Colombo foi aberta e quanto mais fundo se pesquisa menos a história oficial (tecelão genovês) faz sentido. Ele ser o filho do rei da Polónia e agente de uma operação de espionagem quase perfeita, a confirmar-se, alterará toda a História dos descobrimentos. Fiquei viciado nesta personagem.

Entrevista com Miguel Milhão

CdK | 110 | Manuel Rosa: A verdadeira identidade de Colombo revelada?

Premiered Oct 15, 2025 CdK - Podcast 🧭 

Manuel Rosa  Investigador histórico e autor premiado especializado em Cristóvão Colombo  Com mais de 35 anos de investigação, Manuel Rosa tem-se dedicado a desvendar a verdadeira identidade de Cristóvão Colombo. Através de análise documental e cruzamento de fontes históricas, defende que Colombo era de origem portuguesa e atuou como agente secreto ao serviço de D. João II. É autor de obras como “Portugal e o Segredo de Colombo” e “1494 – D. João II e o Segredo do Brasil”, reconhecidas internacionalmente. Vencedor do Independent Press Award em História Mundial (2016), tem contribuído para reescrever a narrativa dos Descobrimentos com base em factos esquecidos e documentos ignorados.

www.ManuelRosa.net

Como conseguiu D. João II impor à Espanha uma linha divisória que só favorecia Portugal? Nesta investigação histórica digna de um thriller policial, Manuel Rosa segue pistas ocultas nos arquivos de Portugal, Espanha e Alemanha para desvendar uma operação diplomática clandestina que mudou o rumo da História.

A cada documento reexaminado, uma nova peça do quebra-cabeça surge: Portugal já sabia da existência de terras a oeste — o futuro Brasil — antes mesmo de Colombo aportar nas Américas. O rei jogava xadrez com o mundo para vencer uma guerra sem derramar uma gota de sangue.

Após 35 anos seguindo os vestígios de um dos jogos de poder mais sofisticados de todos os tempos, esta obra desmonta a versão oficial da “descoberta” e revela o plano oculto que garantiu ao reino português a maior fatia do Novo Mundo. Um segredo bem guardado por mais de cinco séculos. Um segredo que nunca deveria ter sido revelado. Uma história real, cheia de intriga e reviravoltas, que reposiciona Portugal no centro da formação do mundo moderno — em que o Tratado de Tordesilhas foi a jogada final de um xadrez geopolítico impecável. Se 1500 foi o anúncio, 1494 foi a conquista.



terça-feira, setembro 23, 2025

Ladislao III sopravvisse alla battaglia di Varna

 

Antichi manoscritti rivelano che il re Ladislao III sopravvisse alla battaglia di Varna 

Il mistero del “re polacco scomparso” si infittisce con nuovi indizi

(GStA PK, XX, HA, OBA, Nr. 11139) evidenziazione aggiunta per enfasi

TRELEW, [22-09-2025] — Prove rivoluzionarie stanno scuotendo le fondamenta della storia europea. A lungo ritenuto caduto nel 1444 nella battaglia di Varna contro l’Impero Ottomano, il re W?adys?aw III di Polonia e Ungheria sopravvisse e visse in esilio sotto una falsa identità.

La rivelazione proviene da una recente analisi di rari manoscritti del XV secolo conservati a Budapest e presso la Stiftung Preußischer Kulturbesitz in Germania. Questi testi indicano una possibilità sorprendente: il “Re Guerriero” d’Europa sarebbe fuggito dal campo di battaglia e avrebbe continuato a influenzare indirettamente gli eventi storici.

“Questi fatti ci costringono a ripensare uno dei momenti più drammatici della storia dell’Europa centrale”, ha affermato Manuel Rosa, dottore di ricerca in Storia insulare e atlantica (XV-XX secolo) presso l’Università delle Azzorre. “Per secoli sono circolate voci sulla sopravvivenza di W?adys?aw. Oggi, per la prima volta, presentiamo prove documentali provenienti da quattro diversi archivi europei che confermano la veridicità di tali voci”.

Le scoperte danno nuova vita ai misteri irrisolti che circondano la successione dinastica, le fragili alleanze e il leggendario personaggio di “Enrico il Tedesco” a Madeira, a lungo sospettato di essere lo pseudonimo di W?adys?aw III. A sottolineare le implicazioni di vasta portata di questa scoperta, ci sono nuove prove controverse che confermano ulteriormente che il re W?adys?aw era il padre di Cristoforo Colombo.

Il 4 ottobre 2025, alle ore 14:00, presso il Chicago Lithuanian Center si terrà una conferenza in cui esperti inviteranno a un esame accademico e a un dibattito aperto.

Per secoli, cronisti e storici sono stati affascinati dal mistero che circonda il destino del giovane re W?adys?aw. Le nuove prove fanno luce su due lettere del re d’Aragona, datate 1451-52, riguardanti Pedro Barreiro, servitore portoghese di W?adys?aw. Nel complesso, esse offrono la prova più forte finora che la storia del giovane re non si sia conclusa sul campo di battaglia di Varna.

Contatto per i media: Bruno Sancci

E-mail: brunosancci@gmail.com

Telefono: +54 280 459-2884 | +54 9 280 429-8898

Radio Chubut – LU20

Av. Hipólito Yrigoyen 1735, Ciudad De Trelew, Chubut, Patagonia, Argentina, 9100 Web: radiochubut.com

terça-feira, outubro 15, 2024

SEGREDOS DE COLOMBO PARA DECIFRAR

  SEGREDOS DE COLOMBO PARA DECIFRAR

Aqui deixo alguns enigmas sobre o famoso navegador don Cristóbal Colón que dá para pensar...  

O navegador não sabia escrever italiano, tentou escrever em duas notas mas cometeu tanto erros que dá para entender que não sabia o que era a lingua italiana ou genovesa .. nem sequer sabia que EU em italiano seria IO e não YO como ele escreveu... 

"...yo (eu em espanhol):


Del ambra es çierto nascere in India soto tierra, he yo ne ho fato

cavare in molti monti in la isola de Feyti vel de Ofir vel de Cipango, a

la quale habio posto nome Spagnola, y ne o trovato pieça grande como

el capo, ma no tota chiara, saluo de chiaro y parda, y otra negra.


(O âmbar, é certo, nasce na Índia na terra do mais denso matagal, e

eu lá fiz com que fosse cavado em muitos montes na ilha de Feyti [Haiti]

ou Ofir ou Cipango [Japão], à qual havia posto o nome da Espanhola,

e lá encontrei uma peça grande como uma cabeça, mas não toda clara, em vez disso clara e parda, e outra negra.)


Estas são as palavras não italianas: es çierto, tierra, yo, pieça, como, el, y, parda, otra, negra.


 Da nota acima, podemos confirmar que o almirante nem sabia escrever uma palavra  tão importante como eu em italiano, tendo optado pelo espanhol yo." --  PORTUGAL E O SEGREDO DE COLOMBO (Alma dos Livros, 2019) 


O navegador escreveu em 1493 que Portugal era "minha terra" e nunca disse que era genovês, ou que teria nascido em Génova, nunca o disse em lado nenhum.

O navegador chamava-se COLÓN em Castela e NUNCA se chamou "Colombo" - Colombo foi um nome dado a ele por terceiros. Colombo é um nome que o navegador NUNCA utilizou em lado nenhum. 

O navegador assinava o seu nome com uma sigla críptica para esconder o seu passado e às vezes metia um monograma à esquerda que parece ser um S.

Esta forma de assinar as suas cartas mostra um intento de guardar o seu passado dos olhos daqueles que não mereciam saber a verdade. Foi um sucesso total. Até hoje ninguém sabe a verdadeira identidade do navegador.


Na corte de Castela só lhe deram uma nacionalidade. Essa foi a nacionalidade portuguesa em 1487. Nesse documento estão implicados 5 pessoas, incluindo a rainha Dª Isabel de Castela:

Rumeu de Armas notes that there were five people involved in that 1487 payment,

because in addition to the almoner Pedro de Toledo his note mentions the Queen

“Your Highness ordered me in person.” He also says that Doctor [Rodrigo

Maldonado] Talavera was present and that it was Alonso de Quintanilla who paid

the Portuguese. Yet, there was still the involvement of Friar Hernando de

Talavera All five of them understood who the anonymous Portuguese was that

Pedro de Toledo referred to.


The fact that five people at the Castilian court accepted the future Viceroy to be a

Portuguese national in 1487, and simultaneously understood why he needed to remain

anonymous, makes the mystery much more complex.


Why would Queen Isabel assist this mysterious Portuguese (who was there “doing

certain things for our service,”)563 in concealing his true identity from us?564 Why would

the court later decide to refer to him only as foreigner?  (COLUMBUS versus COLÓN, 2024)


Em 1488, o rei D. João II escreve-lhe uma carta em português endereçada a "Xpovam Colon, Nosso especial amigo em Sevilha". Nessa carta o rei diz que o navegador está ao seu serviço e que será muito bem pago. Chama-lhe industrioso, engenhoso e muito necessário que venha imediatamente a Lisboa.


O navegador vai a Lisboa e reune-se com D. João II e Bartolomeu Dias revistando um mapa da descoberta do Cabo da Boa Esperança. - Porque será que D. João II queria mostrar esta descoberta ao navegador?


Em fevereiro de 1477, o navegador navegou até ao Canadá numa viagem secreta portuguesa onde teve oportunidade de medir as marés na Bay of Funny, anotando essas imensas marés de 17 metros "duas vezes por dia".


Nunca carta escrita cerca de 1500 ao reis de Castela disse que rejeitou ofertas do rei de Portugal, da Inglaterra, e de  França para guardar a empresa de descoberta só para Castela.  O navegador escreveu mais vezes sobre etas ofertas dos três reis, e numa dessas cartas diz que a rainha viu as cartas do rei de Portugal, do rei da Inglaterra e do rei de França entregues à rainha pelo doutor Villalón.

Diz que as ofertas daqueles três reis não eram pequenas nem vás!


Carta onde diz que rejeitou as ofertas de patrocínio dos reis de França, Inglaterra e Portugal (sublinhado) - Source: Archivo General de Indias, PATRONATO, 295, N.41

Na volta de regresso em março de 1493 não foi para Castela, mas sim para Lisboa onde procurou o rei D. João II e lhe mostrou as provas das terras onde chegou mentindo aos reis de Castela que a razão de parar em Lisboa fora uma tempestade. 

Escrevia ao seu irmão Bartolomé em cartas cifradas de letras desconhecidas que os Castelhanos não entendiam mostrando que o irmão Bartolomé era também muito instruído. 

Foi feito cartão de quatro frotas, liderando homens, navios, mantimentos, rotas e mapas.

Após a morte teve pintado no seu retrato dentro do Alcazar de Sevilha estas três imagens que nos dão para pensar, duas palmas(?) dentro de uma coroa, um padrão de três romãs postas em triangulo e cortadas, e uma coroa na manga. Mistérios que o pintor Alejo Fernández queria passar clandestinamente para o futuro.


Um casamento a nivel celestial... o navegador casou em 1479 com Filipa Moniz que era aparentada com tantos nobres da corte que torna-s irrisório para aqueles que insistem que a Filipa poderia casar com um plebeu... ainda pior se torna esta caricatura de plebeu casar com uma nobre quando as regras da sociedade portuguesa diziam que uma mulher nobre casando com um homem não nobre perderia a sua nobreza!!! 
Vendo a nobreza da Filipa Moniz (prima direita de 3 condessas e de 1 marquesa) não resta nenhuma opção senão um nobre fidalgo para seu marido provando que o navegador era já muito nobre em 1479.



E agora o enigma maior de todos. O pintor António Moro quando pintou o navegador a pedido de Margarida de Parma, filha do rei Carlos, meteu um anel de armas no seu dedo que será suposto de ser uma dica para a sua verdadeira identidade.  Fica aqui essa dica...



Ainda aqui fica a genealogia da Filipa Moniz, a dama que queriam que nós aceitássemos teria casado com um tecelão rafeiro de Génova, e agora querem que aceitemos casou com um judeu tecelão de Valência... É só tecer novelos com a história.
Arms of King Wladislaw III with the same eagle and stripes as the ring painted by Antonio Moro

Aqui se vê ar armas do rei Ladislau III acima acertam perfeitamente no anel de "Columbo"



a busca da verdade continua aqui www.MdRosa.com










quarta-feira, junho 26, 2024

ALMIRANTE GOUVEIA E MELO LANÇA LIVRO DE COLOMBO

COLUMBUS in the Crosswind é um resumo do livro PORTUGAL E O SEGREDO DE COLOMBO
escrito a pedido do Almirante Henrique Gouveia e Melo que pretende tê-lo para oferecer quando viaja pelo estrangeiro.

Sinto-me muito honradíssimo por ter o apoio deste Almirante da nossa Pátria ajudando a promover a verdade histórica.  

O livro foi lançado no Museu da Marinha em Lisboa no dia 3 de Junho e só poderá ser comprado la na loja do Museu.

Actualmente estou procurando uma editora nos Estados Unidos para esta versão resumida, perfeita para leitores que não estão interessados ​​em todos os detalhes e documentos deste labirinto de 500 anos.

A história de Colombo está mudando. Cristóvão Colombo não é mais italiano. Na verdade, seu nome nunca foi Colombo. Eventualmente todos os livros de história serão alterados para apresentar a história corrigida, até então, a única fonte para a exposição da verdade e a explicação da mentira é PORTUGAL E O SGREDO DE COLOMBO que pode ser adquirido nas lojas em Portugal e no Amazon, incluindo versão digital. https://almadoslivros.pt/collections/historia-de-portugal/products/portugal-e-o-segredo-de-colombo


terça-feira, maio 28, 2024

COLUMBUS IN THE CROSSWINDS

 O Diretor Cultural da Marinha, Vice-Almirante Bastos Ribeiro, 

tem a honra de convidar V. Excelência para a apresentação da obra

"Columbus in the crosswinds", 

da autoria do Dr. Manuel Rosa, 

que se realizará no dia 3 de junho de 2024, 

pelas 17h30, 

no Pavilhão das Galeotas 

do Museu de Marinha.

A cerimónia será presidida por SEXA,

o Chefe do Estado-Maior da Armada e Autoridade Marítima Nacional, 

Almirante Henrique Eduardo Passaláqua de Gouveia e Melo.





quarta-feira, maio 08, 2024

UMA LENDA GENOVESA

Estamos no Início do Fim... 

Uma Lenda Genovesa
17 de Junho às 15h00 na Sociedade de Geografia de Lisboa

São já 33 anos desde que me emaranhei neste tema do “Colombo” português.

Após 10 livros, várias conferências e uma multidão de debates ao vivo e em blogues e fóruns, o “Colombo genovês” entrou finalmente no seu último beco sem saída. 


Chegámos a um ponto sem retorno.

Colombo e Colón eram dois homens diferentes e sendo confundidos um com o outro os historiadores do passado escreveram lendas e inventaram factos para apoiar uma mentira sobre um tecelão genovês.


A minha dissertação de doutoramento de 2023 já provou isso. 

Damos início agora aos caminhos da verdade sobre o nobre navegador. 

www.MdRosa.com

Conferencia Colombo versus Colon

terça-feira, setembro 05, 2023

COMUNICADO: EXPOSTAS MENTIRAS COM 500 ANOS SOBRE COLOMBO

COMUNICADO DE IMPRENSA

 

 

Jacksonville, Florida, USA

Contacto: Mario Avanti

Email: mar@websmithinc.com

PARA PUBLICAÇÃO IMEDIATA

 

 

DISSERTAÇÃO DE DOUTORAMENTO EXPÕE MENTIRAS COM 500 ANOS SOBRE CRISTÓVÃO COLOMBO

Manuel Rosa provou que o navegador Colombo não era um tecelão de lã da Génova

 

Fonte: https://noticias.uac.pt/manuel-da-silva-rosa-defendeu-provas-de-doutoramento-em-historia-insular-e-atlantica-seculos-xv-xx/

 

MIAMI, USA – 5 de Setembro de 2023 – Cumprem-se 531 anos a 6 de Setembro desde que, em 1492, uma frota de 3 navios levantou âncora na ilha Gomera nas Canárias e navegou seguindo um mapa secreto para as Caraíbas. O Capitão General dessa frota, Don Cristóbal Colón, ficou erroneamente conhecido como um tecelão de Génova chamado Cristoforo Colombo.

 

“No estudo recente de Manuel Rosa, que, respeitando escrupulosamente as fontes, deixa clara a impossibilidade de Colón ter nascido no seio de uma família de tecelões genoveses,” escreveu no seu último livro o professor João Paulo Oliveira e Costa, professor catedrático do Departamento de História da Universidade Nova de Lisboa.

 

O historiador Manuel Rosa leva 30 anos a investigar a vida e feitos do lendário descobridor da América e é considerado hoje mundialmente como uma das maiores autoridades no que toca ao famoso navegador. A Universidade dos Açores acaba de lhe atribuir o grau de Doutoramento em História Insular e Atlântica (séculos XV-XX) pela sua dissertação de doutoramento CRISTOFORO COLOMBO versus CRISTÓBAL COLÓN.  O trabalho foi orientado pelos doutores João Paulo Oliveira e Costa, professor catedrático de História da Universidade Nova de Lisboa, e Avelino de Freitas de Meneses, professor catedrático da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade dos Açores. 

O júri composto por sete membros aprovou o trabalho por unanimidade e com distinção.

 

As provas apresentadas em CRISTOFORO COLOMBO versus CRISTÓBAL COLÓN mostram que apenas um nobre poderia ter casado com a filha do Capitão de Porto Santo, com quem o navegador se casou. Outros documentos comprovam que, em Abril de 1493, a imprensa italiana deu ao nobre navegador a identidade errada de Cristóvão Colombo, nome de um tecelão genovês. O navegador chamava-se Cristóbal Colón. Além disso, o navegador escreveu ter 28 anos em 1484 enquanto o tecelão tinha 27 anos em 1479!

 

“À medida que nos aproximamos do dia 12 de outubro, data do aniversário da descoberta do Novo Mundo em 1492, tentemos celebrar essa descoberta esclarecendo melhor os factos sobre o seu descobridor”, disse Rosa, “o navegador era um nobre português, não um tecelão genovês, como nos foi ensinado e como os italianos têm erroneamente promovido”.

 

Manuel Rosa iniciou este percurso histórico em 1991 quando notou vários erros na narrativa do Colombo tecelão de Génova. O navegador supostamente era um humilde tecelão, mas casou-se com uma nobre dama portuguesa em 1479, uns 14 anos antes de se tornar famoso. Tal casamento entre uma nobre e um mero tecelão nunca poderia ter acontecido na sociedade da época. Quanto mais se aprofundava na investigação, mais as provas se assomavam que não estávamos a ser ensinados a verdade. Nestes 30 anos Manuel Rosa conseguiu descobrir, não apenas documentos forjados que suportam a mentira do tecelão genovês, mas também as provas necessárias para reescrever os livros de história.

 

Desde 2006 Manuel Rosa publicou nove livros sobre a história do navegador em vários países, incluindo Columbus: The Untold Story (2016), editado em Portugal sob o título Portugal e o Segredo de Colombo (Alma dos Livros, 2019). Considerado o melhor e mais confiável trabalho já escrito sobre o descobridor da América, o livro recebeu 5 estrelas do Indie Reader, ganhou o Independent Press Award na categoria de Biografia: Histórica, venceu o New York City Big Book Award de 2018 e foi descrito como o Melhor Livro de História Mundial de 2016 no Huffington Post.

 

O autor afirma que a história apresentada nos seus livros está toda comprovada por documentos que qualquer pessoa pode ler e verificar. E um dos factos mais interessantes: Colón sempre soube que não estava na Índia e nunca planeou navegar para a Índia. A viagem foi uma “falsa descoberta” para induzir Espanha a acreditar que a América era a Índia. Além de mentir à Espanha, o navegador recrutou outras personagens históricas, como Américo Vespúcio, para também mentirem e afirmarem que o Novo Mundo era a Índia. Por quê? Manuel Rosa também apresenta os documentos que respondem porquê e como esse estratagema foi executado.

 

A investigação é apoiada pela Association Cristóvão Colón (USA) www.cristovaocolon.com, uma organização sem fins lucrativos. Para mais informações e para adquirir “Columbus: The Untold Story”, visite www.manuelrosa.net

 

 

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