domingo, outubro 04, 2026

1494 o Segredo do Brasil

 1494: D. João II e o Segredo do Brasil

Meto aqui abaixo a nova imagem para explicar a Figura 2 no livro de 2024 que vem na versão brasileira e que explica melhor como as terras no mapa de Zuane Pizzigano eram territórios americanos e que podemos afirmar ser a Flórida, os territórios da Carolina do Norte até à Nova Iorque e a Nova Escócia. Este mapa já vem no livro PORTUGAL E O SEGREDO DE COLOMBO e que no livro 1494 - D. JOÃO II E O SEGREDO DO BRASIL ajuda a provar a descoberta do Brasil antes de 1492. Podem ouvir a entrevista aqui na ALMA CAFÉ: Manuel Rosa e o livro COLOMBO-Um Principe Português.


Mapa de 1424 da forma que está pintado pelo cartografo:


Mapa de 1424 da forma que deveria ter sido pintado com as latitudes correctas:
Se o mapa viesse assim ningué questionava que o território das Antilhas era as Americas



Nova imagem adicionada na versão brasileira que explica muito bem como os territórios no mapa de 1424 representam as Américas. 

Figura 8: Surpresa do Mapa de 1424. Como se vê no lado direito da imagem, a Ibéria e o Norte de África no mapa das Antilhas alinham perfeitamente sobrepostas ao Google Maps, contorno do Google em negro. Basta agora alinhar as longitudes a ocidente com os territórios no Google Maps. Empurrando os territórios e mantendo as mesmas latitudes vemos que a verdadeira Antilha na seta Nº2 indicava a costa americana desde o Cabo Hatteras até Nova Iorque assim denominada porque fica diretamente em frente aos Açores. Também se vê a terra da Nova Escócia território da seta Nº 1 e parte da Flórida na seta Nº 3. As costas dos três territórios estão orientadas perfeitamente nas suas latitudes e direções das devidas costas. Só precisava de corrigir as longitudes para ocidente. (Ilustração do autor com base no Google Maps).


quinta-feira, setembro 10, 2026

COLOMBO - Um Príncipe Português

 LANÇAMENTO, outubro 1, 2026 às 19h00 - CASA dos AÇORES,
Rua dos Navegantes, 21 1200-729 Lisboa

Sinopse

E SE TUDO AQUILO QUE NOS ENSINARAM SOBRE CRISTÓVÃO COLOMBO ESTIVESSE ERRADO, A COMEÇAR POR UM NOME QUE NUNCA LHE PERTENCEU?

Durante mais de cinco séculos, acreditamos que um singular tecelão genovês chamado Colombo atravessou o Atlântico ao serviço dos Reis Católicos e, em 1492, mudou para sempre o destino do mundo.
Como poderia um homem de origem tão humilde ter casado com uma comendadora da Ordem de Santiago, ligada a uma das famílias mais influentes da nobreza portuguesa? E como explicar a proximidade com reis e os conhecimentos de navegação, cartografia, cosmografia, teologia e línguas que os seus escritos revelam?

Durante trinta e cinco anos, Manuel Rosa seguiu pistas através de arquivos, genealogias, documentos régios, crónicas, cartas e testemunhos.

As datas não coincidem. Os nomes não coincidem. Surgem falsificações, interpolações e documentos incómodos – entre eles, um da própria corte castelhana que identifica Colón como português.

A investigação conduz-nos a Portugal, à ilha da Madeira e a uma figura régia desaparecida, abrindo uma hipótese inesperada sobre a verdadeira identidade de Don Cristóbal Colón – e sobre as razões políticas e dinásticas que poderão ter contribuído para a manter deliberadamente oculta, que incluem os interesses das principais cortes europeias e até os do próprio Papa.



terça-feira, maio 26, 2026

O CULTO DO DIVINO PORTUGUÊS

Espirito Santo inspirando os ApóstolosImpério ao Divino

O CULTO DO DIVINO É O V IMPÉRIO

Não existe uma fonte assim totalmente definida porque a Inquisição Vaticana apagou tudo o possível durante 300 anos que operou a sua censura em Portugal - 

O Culto do Divino Espírito Santo é uma subcultura religiosa cristã de carácter milenarista, profundamente entrelaçada com a identidade açoriana, com a sua mais ampla diáspora portuguesa e com diversas regiões do Brasil. Alguns estudos analisam a sua singular combinação de misticismo teológico, capelas arquitetonicamente distintas conhecidas como impérios, e rituais comunitários centrados na caridade e na distribuição de alimentos.

O Culto do Espírito Santo, cuja finalidade era um mundo fraterno, onde a atitude coletiva dominante é a da solidariedade social, ultrapassando geralmente o mero conceito de caridade enraizado num conceito de igualdade e fraternidade que parece antecipar conquistas sociais do futuro. Está hoje muito modificado e esterilizado pelo Vaticano que usurpou a festa como católica.

Espirito Santo no Pico, Açores

Mas o Culto do Espirito Santo continua mais um Culto do Coração que um culto de devoção a Roma. É um trato direto entre o individuo e o Divino.

O movimento encontra as suas raízes estruturais nas teorias do teólogo italiano do século XII Joaquim de Fiore. Ele formulou a hipótese de três eras históricas: a Era do Pai, a Era do Filho e a futura “Terceira Era do Espírito Santo”, uma época de amor universal, liberdade espiritual e paz sem hierarquias religiosas.

 Para traçar estas origens precisas ir até às suas raízes históricas, é necessário analisar uma combinação de manuscritos teológicos medievais, crónicas portuguesas da Idade Moderna e a historiografia crítica do século XX.

Jaques DeMolay a ser queimado
Os frades franciscanos incorporaram essas ideias milenaristas e levaram-nas para Portugal. O primeiro convento franciscano do país foi o Convento de São Francisco em Alenquer, fundado em 1222 pela Infanta Dona Sancha, filha do Rei Sancho. Influenciaram profundamente a Rainha Santa Isabel no início do século XIV, levando-a a instituir o primeiro Império do Divino Espírito Santo em Alenquer.

A Transição Açoriana: Durante o povoamento dos Açores no século XV, os frades franciscanos e a Ordem de Cristo estabeleceram o culto por todo o arquipélago. O movimento evoluiu para um sistema descentralizado e comunitário, estruturado em torno das Irmandades, ajudando as populações a enfrentar o isolamento vulcânico e os desastres naturais imprevisíveis.

Algumas fontes estão detalhadas abaixo.

1. Joaquim de Fiore e as "Três Eras" (Raízes Teológicas)

  • As Fontes Originais: Os tratados em latim do século XII escritos pelo monge e teólogo italiano Joaquim de Fiore, especificamente Expositio in Apocalypsim (Exposição sobre o Apocalipse) e Concordia Novi ac Veteris Testamenti (Harmonia entre o Novo e o Antigo Testamento).
  • O que provam: Nestes textos, Joaquim de Fiore delineia a sua teologia milenarista. Ele introduz explicitamente o Status Sancti Spiritus (A Era do Espírito Santo) — uma era utópica futura de amor universal, liberdade espiritual monástica e paz, que substituiria a igreja hierárquica e institucional.

2. A Rainha Santa Isabel e Alenquer (Origens no Continente)

  • As Crónicas do Século XVII (A "Narrativa Isabelina"): Para traçar as origens da irmandade de Alenquer (instituída por volta de 1321), os historiadores apoiam-se em registos eclesiásticos antigos que consolidaram as histórias orais medievais. Os textos fundamentais são:
    • História Eclesiástica de Lisboa (1642) de D. Rodrigo da Cunha.
    • História de S. Domingos (1662 / 1672) de Frei Francisco Brandão.
    • Crónica da Ordem dos Frades Menores em Portugal (1656) de Frei Manuel da Esperança.
  • O que provam: Estas crónicas detalham como a Rainha Santa Isabel e o Rei D. Dinis estabeleceram a Irmandade e a Igreja do Espírito Santo em Alenquer, introduzindo a coroação de um plebeu como "Imperador" e a distribuição do Bodo (refeições caritativas).
  • Evidência Arquivística Mais Antiga: Uma carta régia datada de 18 de setembro de 1279, emitida pela Rainha Regente D. Beatriz, menciona oficialmente a Albergaria do Espírito Santo em Alenquer. Isto confirma que já existia uma rede de caridade laica dedicada ao Espírito Santo no continente antes de os Açores terem sido sequer mapeados.

3. Tomar e a Ordem de Cristo (Centro Administrativo)

  • As Fontes Originais: Os arquivos administrativos da Ordem de Cristo (sediada no Convento de Cristo, em Tomar) e as Constituições Sinodais da Diocese de Angra (1559).
  • O que provam: Quando os Açores foram descobertos, foram colocados sob a jurisdição espiritual e temporal da Ordem de Cristo, liderada pelo Infante D. Henrique. A Ordem recorreu aos frades franciscanos para colonizar as ilhas. Os frades utilizaram os modelos das irmandades do Espírito Santo praticados em centros continentais como Tomar e Lisboa para estabelecer a governação comunitária nas ilhas.

4. Historiografia Crítica (Como tudo se interliga)

Se procura sínteses modernas e revistas por pares destes documentos originais, consulte estes estudos históricos e antropológicos fundamentais do século XX:

  • Jaime Cortesão, Os Descobrimentos Portugueses: Cortesão foi o historiador português pioneiro que associou os manuscritos teológicos de Joaquim de Fiore aos franciscanos espirituais que chegaram a Portugal e, mais tarde, navegaram para os Açores.
  • João Leal, As Festas do Espírito Santo nos Açores: Um Estudo de Antropologia Social (1994): Leal desconstroi sistematicamente o que designa por "Narrativa Isabelina", mapeando exatamente como um costume medieval em declínio no continente foi exportado com sucesso, adaptado e preservado pelos ilhéus açorianos

Para o filósofo e ensaísta português Agostinho da Silva (1906–1994), o Culto do Divino Espírito Santo não era apenas uma festividade etnográfica ou folclórica, mas sim a espinha dorsal da identidade profunda de Portugal e do Brasil, além de ser a chave para o futuro utópico da humanidade. O pensador interpretava o culto através de uma lente filosófica, mística e altamente política, transformando uma tradição popular num projeto de civilização global.

O pensamento de Agostinho da Silva sobre o Espírito Santo articula-se em três eixos fundamentais:1. A Terceira Idade do Mundo (Joaquim de Fiore

Agostinho da Silva adota e atualiza a teologia milenarista do monge calabrês do século XII, Joaquim de Fiore. Segundo esta visão, a história divide-se em três grandes eras: 

  • A Idade do Pai: Caracterizada pela Lei, pelo Antigo Testamento e pelo temor a Deus.
  • A Idade do Filho: Caracterizada pela Graça, pela Igreja institucional, pelo dogma e pela obediência.
  • A Idade do Espírito Santo: O tempo que estaria por vir, marcado pela liberdade absoluta, pelo amor universal e pelo fim das hierarquias.  

Para Agostinho, enquanto o continente europeu se fechou na "Idade do Filho" (focada na razão, na ciência fria, no capitalismo e no controle social), o mundo de língua portuguesa — através dos Açores e do Brasil — manteve viva a promessa da "Idade do Espírito Santo" por meio das suas festas populares. 

2. A Filosofia dos Três Pilares da Festa

Analisando a estrutura ritual das Festas do Espírito Santo nos Açores e no Brasil, Agostinho da Silva extraía lições profundas a partir de três símbolos centrais:

  • A Criança Coroada: Nas festas, é comum coroar uma criança como "Imperador". Para o filósofo, isto simboliza que o verdadeiro poder e sabedoria não pertencem aos reis, políticos ou generais, mas sim à infância, à pureza, à criatividade e à inocência. O futuro ideal seria um mundo governado pelo "brincar" criativo e não pelo trabalho alienante.
  • O Bodo (Distribuição de Alimento): A partilha gratuita de pão, carne e vinho para toda a comunidade, sem distinção de classes sociais, representava a abolição da miséria e da economia de mercado. Numa sociedade sob a égide do Espírito Santo, os bens seriam distribuídos por amor e abundância, e não por comércio ou mérito.
  • A Libertação dos Presos: Tradicionalmente, o Imperador do Espírito Santo tinha o poder de indultar e libertar presos. Agostinho via nisto o anúncio de um tempo onde a punição e o crime desapareceriam, dando lugar a uma pedagogia da liberdade e da reintegração total do ser humano. 

3. O "Quinto Império" e o Papel do Brasil

Agostinho da Silva funde o Culto do Espírito Santo com o mito sebastianista do Quinto Império. Ao contrário dos impérios do passado (Romano, Britânico, etc.), que foram construídos através das armas, do domínio territorial e da opressão, o Quinto Império proposto por Agostinho seria um império puramente espiritual, cultural e fraterno. 

Tendo vivido 23 anos no Brasil, ele acreditava que o território brasileiro era o laboratório perfeito para a concretização desta utopia. A capacidade de miscigenação, a alegria popular e a enorme força da Festa do Divino em terras brasileiras eram sinais claros de que o Brasil lideraria a transição para esta nova era da humanidade — um mundo onde a criatividade substituiria o trabalho obrigatório e a fraternidade anularia as fronteiras. 

Textos e Leituras Recomendadas

Para aprofundar a perspetiva de Agostinho da Silva, consulte os seguintes ensaios e análises académicas:

 Havia aqui um estudo por - Carlos Rodarte Veloso. O Culto do Espírito Santo em Portugal. História e Iconografia. Disponível neste site mas já não se encontra: <http://www.conventocristo.gov.pt/data/Documentos/Culto%20do%20Espirito%20Santo%20em%20Portugal.pdf

Talvez alguns livros do Manuel J. Gandra, ele está activo nisto mas não li:

Também Luis de Camões, o Padre António Vieira e Fernando Pessoa nadaram por esta corrente porque o Culto do Espirito Santo continua mais um Culto do Coração que um culto de devoção. É um trato direto entre o individuo e o Divino contornando o papa e as instituições que controlam o pensamento. 

https://roteirodesazores.com/festa/festa-do-divino-espirito-santo-da-prainha-sao-roque-do-pico/

Cada um vai até lá por seu próprio coração porque todo o mundo sabe dentro de si que o Divino é Amor.

 

terça-feira, março 31, 2026

CABRAL FOI O ÚLTIMO

  Portugal chegou ao Brasil antes de Colombo, diz estudo

Investigação destaca mapas e documentos contemporâneos que revelam o papel decisivo de Portugal na exploração atlântica secreta nos séculos XIV a XVI.


A informação é apresentada no livro 1494: D. João II e o Segredo do Brasil, que será lançado em São Paulo a 15 de abril pela Caravelas Editora. A obra reúne décadas de investigação sobre cartografia antiga, ciência da navegação, sigilo de Estado e as negociações diplomáticas que marcaram o final do século XV. O livro é uma investigação histórica conduzida por um historiador açoriano sustentando que os portugueses alcançaram a costa do Brasil antes de 1493, muito antes de 22 de abril de 1500, data tradicionalmente associada à descoberta.

Luso-americano e doutorado em História Insular e Atlântica pela Universidade dos Açores, Manuel Rosa fundamenta a sua análise em mapas redescobertos no século XX e em referências documentais que permaneceram negligenciadas por contrariarem a historiografia tradicional ensinada nos manuais de História a nível mundial. A análise desses elementos mostra que a Coroa portuguesa possuía conhecimento de territórios além do Atlântico muito antes das descobertas oficialmente reconhecidas.

Esse conhecimento protegido ajuda a explicar a posição diplomática de Portugal nas negociações que conduziram ao Tratado de Tordesilhas. O acordo, assinado em 1494, estabeleceu uma linha divisória entre as áreas de influência portuguesa e castelhana, deixando o Brasil dentro da esfera portuguesa.

A investigação revisita a cronologia da exploração atlântica, com especial atenção ao mapa das Antilhas de 1424 — redescoberto em 1953 — e às intenções de Cristóvão Colombo durante a sua terceira viagem ao Novo Mundo. Segundo o estudo, Colombo procurava alcançar terras a sul do Equador, região que, de acordo com os seus próprios relatos, já lhe teria sido descrita por D. João II de Portugal.

Dedicado à investigação histórica há mais de três décadas, o Dr. Rosa estuda a Era dos Descobrimentos e a documentação relacionada com as primeiras explorações atlânticas. A sua investigação baseia-se sobretudo na análise de arquivos europeus e de fontes cartográficas antigas, oferecendo uma reavaliação do papel de Portugal no desenvolvimento científico associado à expansão marítima.

O livro enquadra a viagem de Pedro Álvares Cabral, em 1500, como uma proclamação pública do território pela Coroa portuguesa, e não como um achamento acidental. O estudo demonstra ainda, através de diversos documentos históricos, que as descobertas portuguesas eram frequentemente mantidas sob sigilo por razões estratégicas durante a rivalidade entre as potências europeias no final do século XV. 


Sobre a investigação, o professor António Balcão Vicente observa: “Manuel Rosa propõe lançar mais luz sobre tão interessante tema, reexaminando documentos e factos para deles extrair novas interpretações, contrariando mais uma vez a tese de Francisco Contente Domingues, para quem ‘não há neste processo sombra de sigilo de Estado’.”


Artur Castro Brasil Bêco, mestre em Filosofia Política pela Universidade Federal do Ceará, escreve: “O livro 1494 – D. João II e o Segredo do Brasil é uma das obras mais interessantes que tive a oportunidade de ler recentemente. A obra transporta o leitor para um mundo envolto em segredos, conspirações e mistérios próprios do seu tempo. Recomendo vivamente a leitura a todos os interessados na história dos descobrimentos, pois encontrarão aqui uma perspectiva renovada e bem fundamentada sobre este período decisivo da história mundial.”


 “Em Lisboa comprei o livro 1494 – D. João II e o Segredo do Brasil.   Já o li e gostei muito… o essencial, os documentos que aduz para suporte da tese, são sólidos,”   —Professor Onésimo Teotónio Almeida


LANÇAMENTO EM SÃO PAULO 

Dia 15 de abril às 18h na Livraria Martins Fontes, av. Paulista, 509 

Portugal conhecia o Brasil antes de Colombo. Cabral foi o último.

Uma tese ousada, sustentada por evidência. 1494 – D. João II e o Segredo do Brasil apresenta um corpus documental articulado de forma cumulativa, no qual cada evidência reforça a hipótese central: Cabral não foi o primeiro, mas o último a chegar.

O leitor é conduzido por uma investigação rigorosa e envolvente, onde as provas convergem para uma conclusão clara. Assente numa análise sistemática de fontes primárias — incluindo documentação régia, cartografia e relatos contemporâneos. Apoiado em evidência sólida, o Doutor Manuel Rosa esclarece decisões políticas e estratégicas à luz do sigilo de Estado, nomeadamente no contexto da viagem de Colombo e do Tratado de Tordesilhas.

A solidez da investigação é reconhecida por especialistas. O Professor Onésimo Teotónio Almeida afirma: “O essencial, os documentos que aduz para suporte da tese, são sólidos.”

Assim, o livro afirma-se como um contributo significativo para a revisão das narrativas tradicionais sobre a descoberta do Brasil, sustentado por evidência documental e por uma metodologia interdisciplinar rigorosa. Quando os documentos falam, a história muda.




Contacto: info@cristovaocolon.com

sexta-feira, março 13, 2026

Portugal chegou ao Brasil antes de Colombo

 Portugal chegou ao Brasil antes de Colombo, diz estudo

Investigação destaca mapas e documentos contemporâneos que revelam o papel decisivo de Portugal na exploração atlântica secreta nos séculos XIV a XVI.


A informação é apresentada no livro 1494: D. João II e o Segredo do Brasil, que será lançado em São Paulo a 15 de abril pela Caravelas Editora. A obra reúne décadas de investigação sobre cartografia antiga, ciência da navegação, sigilo de Estado e as negociações diplomáticas que marcaram o final do século XV. O livro é uma investigação histórica conduzida por um historiador açoriano sustentando que os portugueses alcançaram a costa do Brasil antes de 1493, muito antes de 22 de abril de 1500, data tradicionalmente associada à descoberta.

Luso-americano e doutorado em História Insular e Atlântica pela Universidade dos Açores, Manuel Rosa fundamenta a sua análise em mapas redescobertos no século XX e em referências documentais que permaneceram negligenciadas por contrariarem a historiografia tradicional ensinada nos manuais de História a nível mundial. A análise desses elementos mostra que a Coroa portuguesa possuía conhecimento de territórios além do Atlântico muito antes das descobertas oficialmente reconhecidas.

Esse conhecimento protegido ajuda a explicar a posição diplomática de Portugal nas negociações que conduziram ao Tratado de Tordesilhas. O acordo, assinado em 1494, estabeleceu uma linha divisória entre as áreas de influência portuguesa e castelhana, deixando o Brasil dentro da esfera portuguesa.

A investigação revisita a cronologia da exploração atlântica, com especial atenção ao mapa das Antilhas de 1424 — redescoberto em 1953 — e às intenções de Cristóvão Colombo durante a sua terceira viagem ao Novo Mundo. Segundo o estudo, Colombo procurava alcançar terras a sul do Equador, região que, de acordo com os seus próprios relatos, já lhe teria sido descrita por D. João II de Portugal.

Dedicado à investigação histórica há mais de três décadas, o Dr. Rosa estuda a Era dos Descobrimentos e a documentação relacionada com as primeiras explorações atlânticas. A sua investigação baseia-se sobretudo na análise de arquivos europeus e de fontes cartográficas antigas, oferecendo uma reavaliação do papel de Portugal no desenvolvimento científico associado à expansão marítima.

O livro enquadra a viagem de Pedro Álvares Cabral, em 1500, como uma proclamação pública do território pela Coroa portuguesa, e não como um achamento acidental. O estudo demonstra ainda, através de diversos documentos históricos, que as descobertas portuguesas eram frequentemente mantidas sob sigilo por razões estratégicas durante a rivalidade entre as potências europeias no final do século XV. 


Sobre a investigação, o professor António Balcão Vicente observa: “Manuel Rosa propõe lançar mais luz sobre tão interessante tema, reexaminando documentos e factos para deles extrair novas interpretações, contrariando mais uma vez a tese de Francisco Contente Domingues, para quem ‘não há neste processo sombra de sigilo de Estado’.”


Artur Castro Brasil Bêco, mestre em Filosofia Política pela Universidade Federal do Ceará, escreve: “O livro 1494 – D. João II e o Segredo do Brasil é uma das obras mais interessantes que tive a oportunidade de ler recentemente. A obra transporta o leitor para um mundo envolto em segredos, conspirações e mistérios próprios do seu tempo. Recomendo vivamente a leitura a todos os interessados na história dos descobrimentos, pois encontrarão aqui uma perspectiva renovada e bem fundamentada sobre este período decisivo da história mundial.”


 “Em Lisboa comprei o livro 1494 – D. João II e o Segredo do Brasil.   Já o li e gostei muito… o essencial, os documentos que aduz para suporte da tese, são sólidos,”   —Professor Onésimo Teotónio Almeida


LANÇAMENTO EM SÃO PAULO 

Dia 15 de abril às 18h na Livraria Martins Fontes, av. Paulista, 509 

Portugal conhecia o Brasil antes de Colombo. Cabral foi o último.

Uma tese ousada, sustentada por evidência. 1494 – D. João II e o Segredo do Brasil apresenta um corpus documental articulado de forma cumulativa, no qual cada evidência reforça a hipótese central: Cabral não foi o primeiro, mas o último a chegar.

O leitor é conduzido por uma investigação rigorosa e envolvente, onde as provas convergem para uma conclusão clara. Assente numa análise sistemática de fontes primárias — incluindo documentação régia, cartografia e relatos contemporâneos. Apoiado em evidência sólida, o Doutor Manuel Rosa esclarece decisões políticas e estratégicas à luz do sigilo de Estado, nomeadamente no contexto da viagem de Colombo e do Tratado de Tordesilhas.

A solidez da investigação é reconhecida por especialistas. O Professor Onésimo Teotónio Almeida afirma: “O essencial, os documentos que aduz para suporte da tese, são sólidos.”

Assim, o livro afirma-se como um contributo significativo para a revisão das narrativas tradicionais sobre a descoberta do Brasil, sustentado por evidência documental e por uma metodologia interdisciplinar rigorosa. Quando os documentos falam, a história muda.




Contacto: info@cristovaocolon.com

sábado, novembro 01, 2025

1494: O Maior Segredo


Encontrei isto no YouTube canal História Ibérica sobre o meu livro 

1494: D. JOÃO II E O SEGREDO DO BRASIL




Compre aqui na Alma dos Livros






quinta-feira, outubro 30, 2025

Entrevista com Artur Castro História Ibérica

LIVE: Cristóvão Colombo era PORTUGUÊS? - Com Dr. Manuel Rosa 

Nessa live falaremos com o Dr. Manuel Rosa autor da Obra "Portugal e o segredo de Colombo" sobre seus estudos e sua obra.

 

 @mc9477  Obrigada História Ibérica por ter convidado o dr. Manuel Rosa que, com esta sua tese de doutoramento, vem iluminar uma grande personagem da nossa história que tem sido mantida nas trevas. Este é o resultado de 35 anos de trabalho e de certeza que o dr Manuel Rosa vai enfrentar os velhos do Restelo que lhe vão fazer guerra. Vamos estar atentos ao que se segue. Muita sorte para o entrevistador e para o entrevistado. Maria 

 @pvsalvador  A caixa de Pandora sobre as origens de Colombo foi aberta e quanto mais fundo se pesquisa menos a história oficial (tecelão genovês) faz sentido. Ele ser o filho do rei da Polónia e agente de uma operação de espionagem quase perfeita, a confirmar-se, alterará toda a História dos descobrimentos. Fiquei viciado nesta personagem.

Entrevista com Miguel Milhão

CdK | 110 | Manuel Rosa: A verdadeira identidade de Colombo revelada?

Premiered Oct 15, 2025 CdK - Podcast 🧭 

Manuel Rosa  Investigador histórico e autor premiado especializado em Cristóvão Colombo  Com mais de 35 anos de investigação, Manuel Rosa tem-se dedicado a desvendar a verdadeira identidade de Cristóvão Colombo. Através de análise documental e cruzamento de fontes históricas, defende que Colombo era de origem portuguesa e atuou como agente secreto ao serviço de D. João II. É autor de obras como “Portugal e o Segredo de Colombo” e “1494 – D. João II e o Segredo do Brasil”, reconhecidas internacionalmente. Vencedor do Independent Press Award em História Mundial (2016), tem contribuído para reescrever a narrativa dos Descobrimentos com base em factos esquecidos e documentos ignorados.

www.ManuelRosa.net

Como conseguiu D. João II impor à Espanha uma linha divisória que só favorecia Portugal? Nesta investigação histórica digna de um thriller policial, Manuel Rosa segue pistas ocultas nos arquivos de Portugal, Espanha e Alemanha para desvendar uma operação diplomática clandestina que mudou o rumo da História.

A cada documento reexaminado, uma nova peça do quebra-cabeça surge: Portugal já sabia da existência de terras a oeste — o futuro Brasil — antes mesmo de Colombo aportar nas Américas. O rei jogava xadrez com o mundo para vencer uma guerra sem derramar uma gota de sangue.

Após 35 anos seguindo os vestígios de um dos jogos de poder mais sofisticados de todos os tempos, esta obra desmonta a versão oficial da “descoberta” e revela o plano oculto que garantiu ao reino português a maior fatia do Novo Mundo. Um segredo bem guardado por mais de cinco séculos. Um segredo que nunca deveria ter sido revelado. Uma história real, cheia de intriga e reviravoltas, que reposiciona Portugal no centro da formação do mundo moderno — em que o Tratado de Tordesilhas foi a jogada final de um xadrez geopolítico impecável. Se 1500 foi o anúncio, 1494 foi a conquista.



terça-feira, setembro 23, 2025

Ladislao III sopravvisse alla battaglia di Varna

 

Antichi manoscritti rivelano che il re Ladislao III sopravvisse alla battaglia di Varna 

Il mistero del “re polacco scomparso” si infittisce con nuovi indizi

(GStA PK, XX, HA, OBA, Nr. 11139) evidenziazione aggiunta per enfasi

TRELEW, [22-09-2025] — Prove rivoluzionarie stanno scuotendo le fondamenta della storia europea. A lungo ritenuto caduto nel 1444 nella battaglia di Varna contro l’Impero Ottomano, il re W?adys?aw III di Polonia e Ungheria sopravvisse e visse in esilio sotto una falsa identità.

La rivelazione proviene da una recente analisi di rari manoscritti del XV secolo conservati a Budapest e presso la Stiftung Preußischer Kulturbesitz in Germania. Questi testi indicano una possibilità sorprendente: il “Re Guerriero” d’Europa sarebbe fuggito dal campo di battaglia e avrebbe continuato a influenzare indirettamente gli eventi storici.

“Questi fatti ci costringono a ripensare uno dei momenti più drammatici della storia dell’Europa centrale”, ha affermato Manuel Rosa, dottore di ricerca in Storia insulare e atlantica (XV-XX secolo) presso l’Università delle Azzorre. “Per secoli sono circolate voci sulla sopravvivenza di W?adys?aw. Oggi, per la prima volta, presentiamo prove documentali provenienti da quattro diversi archivi europei che confermano la veridicità di tali voci”.

Le scoperte danno nuova vita ai misteri irrisolti che circondano la successione dinastica, le fragili alleanze e il leggendario personaggio di “Enrico il Tedesco” a Madeira, a lungo sospettato di essere lo pseudonimo di W?adys?aw III. A sottolineare le implicazioni di vasta portata di questa scoperta, ci sono nuove prove controverse che confermano ulteriormente che il re W?adys?aw era il padre di Cristoforo Colombo.

Il 4 ottobre 2025, alle ore 14:00, presso il Chicago Lithuanian Center si terrà una conferenza in cui esperti inviteranno a un esame accademico e a un dibattito aperto.

Per secoli, cronisti e storici sono stati affascinati dal mistero che circonda il destino del giovane re W?adys?aw. Le nuove prove fanno luce su due lettere del re d’Aragona, datate 1451-52, riguardanti Pedro Barreiro, servitore portoghese di W?adys?aw. Nel complesso, esse offrono la prova più forte finora che la storia del giovane re non si sia conclusa sul campo di battaglia di Varna.

Contatto per i media: Bruno Sancci

E-mail: brunosancci@gmail.com

Telefono: +54 280 459-2884 | +54 9 280 429-8898

Radio Chubut – LU20

Av. Hipólito Yrigoyen 1735, Ciudad De Trelew, Chubut, Patagonia, Argentina, 9100 Web: radiochubut.com